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Aprosoja e comentarista criticam recomendação do MPF sobre aviação agrícola

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O presidente da Associação dos Produtores de Soja de Goiás (Aprosoja/GO), Bartolomeu Bras, e o comentarista do Canal Rural em Brasília, Benedito Rosa, criticaram a recomendação do Minsitério Público Federal (MPF) sobre o regramento na licença de empresas de aviação agrícola. Os promotores querem que o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspenda emissão de licenças revise as já existentes enquanto essas não tiverem autorização dos órgãos estaduais. Medida que é criticada também pelo Sindag, pela falta de coerência com a realidade e a própria legislação do setor – que é federal.

Foi durante o programa Mercado e Cia, exibido na última  quinta (dia 21). “Não podemos viver de recomendação, senão o campo não trabalha”. A fala foi do presidente da Associação dos Produtores de Soja de Goiás (Aprosoja/GO), Bartolomeu Bras, sobre a medida tomada na última semana pelo Minsitério Público Federal (MPF), sugerindo que o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspenda emissão de licenças para empresas de aviação agrícola e revise as já existentes enquanto essas não tiverem licença dos órgãos estaduais. A expectativa segundo Bras é de que o Mapa tenha o bom senso de não acatar a recomendação. “Temos que rebater com argumetnos técnicos e isso nós temos de sobra.”

O comentarista Benedito Rosa, do Canal Rural em Brasília, foi na mesma linha. Para ele, apesar da intenção do MPF ter sido boa, demonstra que foi tomada sem conhecmento da realidade e das tecnologias do campo. “Imagine o MPF recomendar à Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) ou à CNI (Confederação nacional da Indústria) a suspensão imediata da fabricação de um tipo de tinta, determinado produto ou de um modelo de automóvel, até que o órgão ambiental se manifeste”, exemplificou.

“Mas no campo sempre aparece alguém que desconhece o setor e as tecnbologias usadas e recomenda alguma coisa no meio do processo produtivo.” Rosa lembrou que pelo menos 30% da soja, que é o carro-chefe da economia no campo, depende da aviação agrícola. Ele lembrou também a importância da aviação pela sua agilidade: “o produtor programa sua atividade e às vezes aparecem fenônemo que não estavam na programação de ninguém, com um funco ou uma doença. E aí precisa agir rápido porque a planta é ums ser vivo. Se não cosnertar naquela hora perde-se a produção”.
O comentarista ainda completou: “Os colegas do MPF não conhecem e acham que a aviação está às tontas jogando veneno apra todo o lado. Há regras, há normas e os órgãos as cobram.”

 

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