Imprensa

Aviação agrícola foi decisiva em combate a incêndio florestal em Alegrete/RS

/ /

     A aviação agrícola foi decisiva para extinção de um incêndio em uma mata de 50 hectares de eucaliptos, na última semana, em Alegrete. A operação ocorreu na sexta-feira (dia 9), a pedido do proprietário da área, depois que equipes do Corpo de Bombeiros terem tentado apagar as chamas no dia anterior, sem sucesso. “Era uma área grande, que acabou queimando durante toda a noite. Nós colocamos uma equipe em terra para guiar os sobrevoos sobre as chamas e conseguimos extinguir as chamas em menos de duas horas”, explicou o sócio-gerente da Itagro e diretor do Sindag, Marcos Camargo.

     O avião usado foi um AT-402 B, com capacidade para pouco mais de 1,5 mil litros no hopper. Foram sete cargas despejadas sobre as chamas, totalizando cerca de 10,5 mil litros de água. “O avião saiu da empresa com a primeira carga e depois passou a operar do aeroporto da cidade, que era mais próximo da área (que fica a 25 quilômetros do Centro), onde foi reabastecido nas outras vezes”, contou Camargo.

     O combate a incêndios é prerrogativa da aviação agrícola brasileira prevista em lei desde 1969. O setor é requisitado inclusive para a proteção de áreas de preservação ambiental, como já ocorreu em anos anteriores na Reserva Ecológica do Taim, em Pelotas/RS, e em 2017 na Chapada dos Guimarães (Cuiabá/MT), Parque Nacional de Ilha Grande (Guaíra/PR) e na Serra da Rola Moça (Belo Horizonte/MG) e outras áerea de preservação, além de queimadas junto a áreas urbanas no interior de São Paulo.

Clique AQUI para ver a reportagem em vídeo