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Boas práticas e transparência: Syngenta, Sindag e parceiros promoveram dia de campo no RS

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   O mês de dezembro teve mais um dia de campo do programa Instrutores Mestres, da Syngenta. Dessa vez, com foco na aviação agrícola e em parceria com o Sindag e as empresas AgroEfetiva e Aero Agrícola São Miguel. A movimentação ocorreu no dia 5, na base da São Miguel, na localidade de Capão da Porteira, em Capivari do Sul, Rio Grande do Sul. A iniciativa abrangeu produtores, técnicos, extensionistas e autoridades, com foco na transparência e objetivo de multiplicar no campo conceitos boas práticas em aplicações, com foco principalmente na segurança do pessoal e do meio ambiente nas operações.

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   “É um momento especial, onde reunimos as pessoas responsáveis por multiplicar as informações no campo”, explica o gerente de Sustentabilidade da Syngenta, Edemilson Marzochi, sobre o programa que ocorre no Brasil desde 2013 e já capacitou mais de 660 mil produtores rurais. A atividade na São Miguel ocorreu durante toda a manhã e começou com uma palestra técnica, a cargo do pesquisador e consultor da empresa AgroEfetiva Rodolfo Glauber Chechetto. Ele também coordenou a demonstração de campo, onde foram usados papeis hidrossensíveis colocados transversalmente em uma faixa de aplicação simulada (com o avião usando água). O objetivo foi mostrar a concentração de gotas na faixa de aplicação e até onde elas alcançaram as laterais da faixa, demonstrando a precisão da ferramenta. Isso além de uma apresentação da tecnologia embarcada e das rotinas da empresa aeroagrícola.

DINÂMICA

   “A aplicação aérea é precisa. Ela requer, tanto quanto as outras modalidades (terrestres), calibração, inspeção e regulagem”, ressalta Chechetto. Além de demonstrar as práticas e tecnologias para garantir a segurança e rentabilidade da ferramenta, ele destacou também o trabalho do programa Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS). A iniciativa, apoiada pela Syngenta e pelo Sindag e coordenada por três universidades públicas (Unesp, UFU e Ufla), é o primeiro (e até agora único) selo ambiental independente da aviação agrícola e já abrange cerca de 60% das empresas aeroagrícolas do País.

   O secretário executivo do Sindag, Júnior Oliveira, que representou a entidade no dia de campo, lembra que a realização de dias de campo faz parte da estratégia da entidade de promover a transparência com a sociedade e qualificação do setor. “Tem acontecido em diversos Estados do Brasil, como tivemos recentemente no Mato Grosso do Sul, inclusive com a presença de representantes do Ministério Público Federal.” Como no caso de Capivari, as atividades sempre contam com apoio direto dos empresários aeroagrícolas. “Foi muito bom termos recebido todo esse pessoal em nossa empresa. A gente vê todos os dias o bom resultado no cuidado nas aplicações, com o equipamento e o treinamento do pessoal, mas faz bem para a equipe poder apresentar isso às pessoas”, ressalta o empresário Paulo César Araújo, da Aero Agrícola São Miguel.