Imprensa

Brasília: Sindag integra debate por agenda única do agro na CNA e participa de lançamento da Frente do Biodiesel

/ /

    Reforço nas ações para garantir segurança jurídica para quem produz e ajuda a produzir, e nas ações de comunicação com a sociedade, diminuindo o espaço para mitos em debates sobre o agronegócio. Em ambos os casos, citando o exemplo da aviação agrícola, que vem há anos vem trabalhando forte para levar luz a debates que nascem com foco contra o uso de defensivos, mas pregando como medida práticas proibir o uso de aeronaves (justamente a ferramenta de alta eficiência, segurança e de maior regulação). Esse foi o tom da fala do presidente do Sindag, Júlio Kämpf, na reunião ocorrida na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília, para tratar de uma agenda comum do agro até 2022. 

Júlio Kämpf destacou ações em prol da comunicação com a sociedade e segurança jurídica

    Kämpf destacou que o próprio fato da aviação ser combatida como símbolo por movimentos contra a agricultura empresarial é sintomático da necessidade de melhor comunicação de todo o setor.  O presidente do Sindag estava acompanhado do diretor Thiago Magalhães, do assessor legislativo José Araújo e do diretor-executivo da entidade, Gabriel Colle. O encontro foi promovido quinta-feira (23) pela CNA, em parceria com o Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o Instituto Pensar Agro (IPA) e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). A programação teve o sindicato aeroagrícola entre as cerca de 50 entidades de linha de frente na elaboração da pauta, cujo debate deve engajar a partir de agora outras entidades representativas do segmento.

    Ao final, as análises e reivindicações prioritárias do movimento serão apresentadas aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. O presidente da CNA, João Martins, abriu o encontro falando do bom entendimento entre as instituições do setor e a atenção que é precisa dar ao Congresso Nacional, levando informações para um quadro de legisladores renovado a partir deste ano. Já o presidente do Instituto Pensar Agro, que a iniciativa será importante para otimizar esforços, evitando “gastar a mesma energia duas ou três vezes”.

AGENDA

    Além do debate na CNA, os dirigentes do Sindag aproveitaram a estada em Brasília para uma agenda de encontros com parlamentares e outras autoridades. Entre eles, o senador Luís Carlos Heinze (PP/RS), que será um dos palestrantes do 3º Seminário de Aviação Agrícola, que ocorre na próxima sexta-feira (31), em Porto Alegre. Eles estiveram também nos gabinetes dos senadores Jayme Campos (DEM/MT), Juíza Selma (PSL/NT) e do deputado federal Ricardo Barros (PP/PR). A comitiva participou ainda, no dia 22, do lançamento da Frente Parlamentar Mista do Biodiesel (FPBio), que reúne 234 deputados e senadores.

    Na ocasião, os representantes do setor aeroagrícola cumprimentaram o presidente da FPBio, deputado federal Jerônimo Goergen (PP/RS) e, junto com o vice-presidente do Sindag, Nelson Coutinho Peña, conversaram também com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina. Kämpf conversou também com o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Alexandre Velho. O lançamento da FPBio teve ainda a presença do Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e representantes de diversas entidades ligadas ao agro e às indústrias de máquinas e veículos.

    A Frente presidida por Goergen tem como agenda prioritária três frentes de trabalho: a implantação imediata do diesel B-11 (adição obrigatória de 11% de biodiesel ao diesel comum), a efetivação do RenovaBio (política estratégica de biocombustíveis) e dos créditos de descarbonização (CBIOs, que incentivam a produção e comercialização de biocombustíveis), e o fortalecimento da industrialização de grãos no País. A ideia com isso é agregar valor a toda a cadeia de produção do biodiesel no Brasil.

    Em vista disso, já na solenidade de criação da FPBio Goergen assinou com o presidente da Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético, deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), um termo de cooperação para atuação em prol do RenovaBio. O documento foi firmado também por entidades da produção de óleos vegetais, biodiesel e bioquerosene.

    Atualmente, o setor conta com 50 indústrias autorizadas a produzir biocombustível, que em 2019 devem produzir cerca de 6 bilhões de litros. Um recorde para o setor que, indiretamente, também tem apoio da aviação agrícola.

Kämpf, Peña e Colle conversaram também com a ministra Tereza Cristina

Colle e Kämpf cumprimentaram o líder da FPBio, Jerônimo Goergen (PP/RS)…

…o presidente da Federarroz, Alexandre Velho…

… e estiveram ainda com o senador Luís Carlos Heinze (PP/RS), que vai palestrar no seminário aeroagrícola em Porto Alegre…

…além de terem visitado os gabinetes do deputado federal Ricardo Barros (PP-PR)…

… e dos senadores Juíza Selma (PSL/MT)…

… e Jayme Campos (DEM/MT)