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Certificação Aeroagrícola forma mais uma turma no RS

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O programa Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS), teve nessa terça e quarta-feira (dias 29 e 30), em Porto Alegre, mais uma edição do curso Boas Práticas na Aplicação Aérea de Produtos Fitossanitários. A programação ocorreu no Hotel Intercity Porto Alegre e teve a participação de representantes de empresas aeroagrícolas de diversas partes do Estado.  Esta foi a segunda edição realizada na capital gaúcha em 2017. O curso terá sua próxima edição em Brasília, nos dias 26 e 27 de setembro. Já a edição seguinte, e última do ano, será nos dias 3 e 4 de outubro, em Indaiatuba/SP.

Segundo o professor Wellington Carvalho, da Universidade Federal de Lavras (UFLa) e um dos coordenadores do CAS, os alunos tiveram um bom aproveitamento dos dois dias de aprendizado. “Tivemos representantes de seis empresas, mas com uma boa representatividade por regiões do Estado”, comentou. As aulas em Porto Alegre ficaram a cargo de Wellington e do consultor e pesquisador Fernando Kassis Carvalho, da AgroEfetiva –  parceira da Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais (FEPAF), que por sua vez administra o programa de certificação.

NOVA FORMATAÇÃO

Com a nova formatação a partir deste ano, o curso do CAS – que antes representava o segundo de três níveis do programa – agora é um de seus requisitos de entrada. O novo formato começou a valer a partir de maio e, conforme seu regulamento, a antiga divisão em Níveis I, II e III foi condensada em apenas duas categorias: Participante e Certificado. Basicamente, a categoria Participante passou a abranger os antigos Níveis I (que previa a checagem da documentação e obrigações legais da empresa ou operador privado) e II, que abrangia o curso de Boas Práticas.

Já para se considerar uma Certificada pelo programa, a empresa aeroagrícola precisa atingir o equivalente ao antigo Nível III: receber a visita dos coordenadores do CAS, que aplicam o checklist que vai desde as condições do pátio de descontaminação até o estado dos equipamentos de pulverização e do sistema de abastecimento de calda. Isso além do sistema DGPS e a avaliação de todos os procedimentos segundo os critérios de boas práticas aeroagícolas.

Para incentivar os operadores a se manterem no programa, a empresa Syngenta está patrocinando este ano o curso para os operadores que estavam no antigo Nível I do programa.

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