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Depois encerrar etapa gaúcha, CAS inicia curso nessa quinta no Maranhão

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Programa de certificação ambiental reúne profissionais aeroagrícolas em Balsas, para dois dias de imersão em tecnologias e boas práticas 

O programa Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS) encerrou nessa quarta-feira (6) em Porto Alegre mais uma edição do curso Boas Práticas na Aplicação Aérea. Ao mesmo tempo, já prepara para esta quinta (7) a rodada do curso em Balsas no Maranhão. Enquanto a movimentação na capital gaúcha ficou a cargo do professor João Paulo Cunha, da Universidade Federal de Uberlândia (Ufu), a etapa maranhense (no Balsas Premier Hotel) estará a cargo do professor Wellington Pereira Alencar de Carvalho, pela Universidade Federal de Lavras (Ufla). O currículo tem dois dias de imersão em temas como tecnologia de aplicação aérea e responsabilidade ambiental, eficiência e segurança nas operações.

Em Porto Alegre, as aulas tiveram como novidade ainda atualizações do CAS voltadas para a lavoura arrozeira, que é destaque nas operações aeroagrícola no Estado.  Dirigido tanto a representantes de empresas aeroagrícola quanto para operadores privados do setor (produtores ou cooperativas que têm seus próprios aviões), o curso é pré-requisito para obtenção do selo do CAS, que por sua vez é o primeiro (e até agora único) programa de qualidade ambiental independente da aviação agrícola brasileira.

REPRESENTATIVIDADE

No início de outubro, o CAS havia tido uma etapa também em Goiânia, onde certificou 30 profissionais de fazendas que operam aeronaves agrícolas, além de representantes de cinco empresas de empresas de aviação agrícola e profissionais da multinacional Syngenta. Grupo cuja representatividade de área abrangida em usas operações aéreas chegou a 678 mil hectares de lavouras em cinco Estados (Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul). Cobrindo 417 mil hectares de soja, 117 mil de milho, 140 mil de algodão e 4 mil hectares de feijão.

O programa CAS é administrado pela Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais (Fepaf), em Botucatu/SP, e coordenado por três universidades públicas: além das mineiras Ufla e Ufu, a Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp/Botucatu).