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Enchente na província de Buenos Aires atinge empresa aeroagrícola

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José Beltramino é líder com seu pai de uma empresa familiar dedicada a pulverização agrícola em General Villegas. A poucos quilómetros da cidade tem um campo de separação de cinco hectares, onde ele possui um hangar com três aeronaves e uma pista.

“Está tudo inundado, estamos incapazes de operar”, relata José Beltramino, que junto com o pai comanda uma empresa de aviação agrícola em General Villegas, noroeste da província. “Fora do hangar há 70 centímetros de água e dentro de 10 centímetros. No hangar há mais água porque está em uma parte menos elevada da terra e aeronaves estão sendo colocadas em blocos de madeira para evitar que a água as atinja”, comentou em reportagem publicada no jornal La Nación.

A expectativa do operador é de que, mesmo a água recuando logo, ele fique pelo menos dois meses sem poder trabalhar.

General Villegas enfrenta uma das piores inundações de sua história, com mais de 70% de seu território embaixo da água. A região chegou a registrar mais de 300 milímetros de chuvas em 10 dias e há perdas grandes nas lavouras de milho, soja e na pecuária.
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