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Encontros com associados e entidades no Paraná

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Demandas da aviação agrícola no Estado, ações do Sindag e movimentações das associadas em todo o país, além de aproximações com entidades parceiras e preparativos para o Congresso de Aviação Agrícola do Brasil – marcado para agosto, em Maringá. Esses foram os principais temas debatidos durante a terça-feira (dia 16) em uma série de encontros realizados pelo Sindag em Palotina, no Paraná. O secretário executivo do sindicato aeroagrícola, Júnior Oliveira, visitou o Sindicato Rural do município, o campus local da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e as empresas Aerovale Aviação Agrícola, Ceal Aviação Agrícola e a Cooperativa C. Vale, todas associadas ao Sindag.

Os encontros estavam inicialmente marcados o Dia de Campo C. Vale, que ocorreria desta terça a quinta-feira (dias 16 a 18) mas acabou cancelado. O Sindag teria um estande no evento e realizaria ali também a edição de abertura do Sindag na Estrada 2018. Conforme Oliveira, a opção foi pelas visitas em cada local, a fim de valorizar os empresários e os parceiros locais.

ZONA DE FRONTEIRA
Junto aos associados, além dos assuntos normalmente apresentados no Sindag na Estrada, o tema preponderante foi a discussão em torno das novas normas do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) para voo nas chamada Zona de Identificação de Defesa Aérea (Zida), que é o espaço controle junto à fronteira continental. No caso do Paraná, isso tem preocupado quem atua próximo às fronteiras com Paraguai e Argentina. Pela Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 100-11/2017, publicada em agosto do ano passado, nenhuma aeronave pode sobrevoar pela Zida sem um plano de voo. O que se torna complicado na atividade aeroagrícola, pela característica de fazer vários pousos e decolagens em pistas de pouso eventuais em apoio para voos de pulverização com várias passagens sobre as áreas atendidas.

O secretário do Sindag ressaltou que o assunto será tema de uma reunião na próxima terça (dia 23) na sede do Decea, no Rio de Janeiro. A intenção é conseguir junto ao órgão que a nova regra passe a abranger as características da aviação agrícola. Enquanto isso, os operadores seguem se baseando pelos procedimentos previstos na ICA 100-39/2015. Na prática, ao invés do Plano de Voo, os operadores seguem solicitando autorizações de voo aeroagrícola, informando coordenadas das áreas aplicadas da área de pouso, limites verticais dos voos de transado e de aplicações, horários de início e términos das operações e outros dados.

ENTIDADES
No Sindicato Rural, Oliveira foi recebido pelo presidente Nestor Araldi e pelo vice, Edmilson Zabott. O secretário do Sindag apresentou aos representantes dos produtores rurais dados sobre a aviação agrícola, vantagens e a evolução do setor nos últimos anos. O foco ali foi um trabalho multiplicador, estabelecendo um canal entre as duas entidades e convidando os produtores a participarem do congresso aeroagrícola em Maringá, em agosto.

O rumo da conversa foi parecido na UFPR, com o coordenador do curso de Agronomia, Roberto Luis Portz. Oliveira deixou com o professor materiais impressos sobre aviação agrícola e o convidou a comparecer e levar colegas e alunos ao congresso em agosto.

Oliveira ainda visitou em Palotina a Escola Técnica Agrícola Adroaldo Augusto, a fim de convidar os estudantes do Curso Técnico Agrícola para visitarem o Congresso de Aviação Agrícola do Brasil. O diretor Gelson Dallacosta comentou que levará os alunos para o evento e durante o ano o tema aviação agrícola estará presente nas turmas.

Aerovale Aviação Agrícola

Ceal Aviação Agrícola

Cooperativa C. Vale

Sindicato Rural de Palotina

UFPR

Escola Técnica Agrícola Adroaldo Augusto