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Fiscalização de operadores clandestinos e incentivo à formação de mecânicos entre demandas do Sindag em Conselho da Anac

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    O endurecimento na fiscalização de operadores aeroagrícolas clandestinos e operadores privados (produtores que têm seus próprios aviões) que prestam irregularmente serviços para terceiros estão entre as solicitações apresentadas pelo Sindag na 36ª Reunião Ordinária do Conselho Consultivo da Anac, ocorrida quinta-feira (21), em Brasília. O sindicato aeroagrícola é representado na plenária pelo diretor Tiago Textor, que sugeriu à Anac a criação, para a aviação agrícola, de uma plataforma semelhante ao Sistema de Consulta de Táxi Aéreo (CTAX), onde o usuário pode consultar a situação da empresa e/ou aeronave contratada. O sistema também agiliza denúncias.

    Textor também fez uma apresentação ao grupo – composto por 18 membros, representantes de entidades da aviação civil e sociedade – sobre os dados atualizados e outras demandas do setor. Entre elas, o pedido para incluir a prática em empresa aeroagrícola no rol de declarações de experiência profissional que podem ser apresentadas entre os requisitos para certificação de mecânicos aeronáuticos. Atualmente, o Regulamento Brasileiro de Aviação Civil (RBAC) 65.77 considera a experiência apenas em empresa aérea, além das oficinas de manutenção certificada.

    Outras demanda apresentada pelo diretor do Sindag foram solicitações para simplificar burocracias redundantes, como no caso do programa de prevenção contra o uso de drogas e álcool, que já é previsto nos Sistemas de Gestão de Segurança Operacional (SGSO) das empresas e nos respectivos Manuais de Gerenciamento Segurança Operacional (MGSO) – exigidos pela Anac.

Textor apresentou também dados atualizados sobre a frota aeroagrícola

Conselho é formado por representantes de entidades da aviação civil e da sociedade