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Incêndios florestais colocam em evidência a importância da aviação agrícola

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O setembro mais seco dos últimos 20 anos aumentou o número de incêndios em reservas naturais e colocou em evidência a importância dos aviões agrícolas no combate às chamas. Além dos voos quase diários no Estado de São Paulo, em suporte às ações da Defesa Civil e Corpo de Bombeiros, uma legião de operadores e pilotos têm atuado intensamente conta as chamas no Centro-Oeste, com operações também no Sul.

Em terras paulistas, a imprensa deu destaque à operação da empresa Tangará Aviação Agrícola, que impediu que as chamas em uma área de preservação atingissem um condomínio residencial em Ribeirão Preto. Na área de São José do Rio Preto, a Imagem Aviação Agrícola tem trabalhado direto em parceria com os bombeiros, através de um contrato firmado com o governo do Estado. Além das empresas Pachu e Garcia Aviação Agrícola, que também andaram apoiando ações contra incêndios.

Em mais de uma oportunidade as pessoas têm visto na televisão cenas de aviões lançando água em focos de difícil acesso ou para viabilizar a ação das equipes em terra.

REPORTAGEM NO FANTÁSTICO

Na Serra da Canastra, em Minas Gerais, as operações entre os dias 20 e 22 foram acompanhadas por uma equipe da Rede Globo, que preparou uma reportagem para o programa Fantástico deste domingo (dia 1º), sobre o trabalho das equipes contra o fogo. Pilotos e operadores aeroagrícolas participaram de missões também no Parque Nacional de Brasília, Chapada dos Guimarães (Cuiabá/MT), Parque Nacional de Ilha Grande (Guaíra/PR) e na Serra da Rola Moça (Belo Horizonte/MG), todas com o Instituto Chico Mendes (ICMBio) e equipes de terra do Prevfogo, do Ibama.

No Mato Grosso do Sul, o apoio tem sido também a agricultores. Caso da empresa Inovar Aviação Agrícola, de Sidrolândia, que foi chamada para ajudar equipes de terra contra as chamas em áreas colhidas de milho. Foram três operações em 15 dias, para apagar o fogo em áreas de palhada.