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Lá como aqui: relatório aponta sanidade de alimentos tratados com agroquímicos nos EUA

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   O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou no início do mês o 27º Relatório Anual do Programa de Dados sobre Pesticidas (PDP). O documento apontou que 99% das mais de 10,5 mil amostras de alimentos pesquisadas em 2017 foram consideradas seguras, segundo os parâmetros da Agência de Proteção Ambiental dos país (EPA) e da Administração Federal de Drogas (medicamentos, complementos e afins) e Alimentos (FDA). O

   O PDP testa uma ampla variedade de alimentos nacionais e importados, com atenção especial para alimentos consumidos por bebês e crianças.

   Apesar de não fazer referência ao tipo de tratamento (se aérea ou terrestre) em cada tipo de produto, boa parte deles estão dentro da gama de lavouras atendidas por operadores aéreos no país – lá abrangendo uma grande variedade de frutas e até hortaliças. O que deixa claro, no país que tem a maior frota aeroagrícola do planeta, também a segurança da aviação agrícola.

BRASIL

   No Brasil, uma ação parecida é feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que também tem apontado índice zero de contaminação em alimentos oriundos de lavouras atendidas pela aviação agrícola, como arroz, milho, trigo e banana. Trata-se do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), em cuja última edição foram mais de 12 mil mostras de alimentos em 27 Estados, coletadas e analisadas entre 2013 e 2015.