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Ministro fala sobre mercado internacional do agro na Fiesp

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É semelhante a análise do ministro Blairo Maggi. O setor, disse, pode responder rapidamente, o que aumenta sua importância. “A balança comercial do agro é muito interessante”, destacou. Maggi fez apresentação intitulada Mercado Internacional do agro – análise. O ministro disse que, como primeiro ponto de sua atuação à frente da pasta da Agricultura, tem tentando incentivar os agricultores e industriais a aumentar sua produção e sua produtividade. Procura criar um ambiente favorável ao negócio.

Lembrou que há graves problemas no setor que o poder público deveria resolver e disse que a redução da burocracia interna de seu ministério está em curso, para que essas questões sejam sanadas, segundo item de sua atuação. Um terceiro ponto é a ampliação dos negócios mundo afora. O Brasil tem cerca de 6,9% do mercado mundial agrícola, participação que vem caindo. Para realavancar o processo de exportação é preciso criar mercado, afirmou.

Negociações sanitárias e fitossanitárias (SPS) internacionais são o grande entrave à exportação, não as barreiras comerciais, explicou. São cerca de 600 questões em discussão.

O Brasil tem cerca de 6,9% do mercado mundial agrícola, mas precisa chegar a 10%. A informação foi do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, durante a reunião do Conselho Superior do Agronegócio da Fiesp (Cosag), ocorrida nesta quinta-feira (dia 9), em São Paulo. Maggi foi ao encontro como palestrante convidado e falou sobe o tema Mercado Internacional do agro – análise.

O ministro explicou que as negociações sanitárias e fitossanitárias (SPS) internacionais são o grande entrave à exportação, não as barreiras comerciais, explicou. E ressaltou que atualmente são cerca de 600 questões em discussão. Outro problema apontado é competitividade – o País tem apenas 42% dos produtos competitivos internacionalmente, contra 81% dos Estados Unidos e da União Europeia.

Maggi falou sobre a proposta de criação de um selo brasileiro e destacou que ser o foco da mudança de narrativa em relação à produção do agro no país. “Só 8% do território é dedicado à agricultura, e 17%, à pecuária – dos quais metade pode ser revertida, sem redução do rebanho.”

Sobre oportunidades, foco nos mercados de países que tendem a se afastar dos EUA devido ao governo Trump. Caso do México que terá uma comitiva chegando a São Paulo nos próximos dias 20 e 21, liderada pelo secretário de Agricultura do país, Eduardo Calzada Rovirosa.

Maggi também disse que está na pauta do governo a inclusão do açúcar e a reinclusão do álcool na troca de ofertas do Mercosul com a União Europeia. Esta semana o presidente argentino Maurício Macri visita o Brasil.

O ministro disse estar convencido da necessidade de importar café. Os números, fornecidos pela Conab, são muito ruins. “Eu deveria estar defendendo os agricultores”, disse o ministro, mas sem produto para processar a indústria se enfraquece, e não há agricultura forte se a indústria não for forte. “Somos carne e unha”, argumentou reforçando a necessidade do setor industrial e agro caminharem junto.

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