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Prevenção à fadiga foi destaque da 71ª reunião do CNPAA

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   Trabalhos com contribuições sobre gerenciamento da fadiga humana foram o destaque na 71ª reunião do Comitê Nacional de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CNPAA), do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), ocorrida nos dias 7 e 8 de maio, em Brasília. O Sindag é representado na CNPAA pelo diretor Alexandre Schramm e integra o grupo junto com outras mais de 60 entidades da aviação geral do Brasil.

   Conforme Schramm, os trabalhos sobre fadiga foram apresentados pelo representante da empresa Azul Linhas Aéreas e pela Associação Brasileira de Pilotos da Aviação Civil (Abrapac). No caso da Abrapac, a fala foi da psicóloga Karinne Bayer, que expôs a uma análise sobre Qualidade de Vida no Trabalho (dos pilotos), também convergindo para se evitar o risco da fadiga.

Sindag integra o grupo com outras mais de 60 entidades

   O que resultou na proposta (aceita pelo grupo) de criação de uma comissão de Qualidade de Vida no Trabalho na aviação. A intenção é agregar ao trabalho da Comissão Nacional de Fadiga Humana (CNFH). A CNFH, por sua vez, levou a fonoaudióloga Carla Vasconcelos, que apresentou o trabalho Fadiga e sonolência em aviadores: análise de variações da voz, fala e linguagem. Que, por sua vez, deverá ser usado pelo grupo no projeto Fadigômetro. A intenção das ações é criar ações práticas para aumentar a segurança contra possíveis falhas humanas geradas pelo cansaço de profissionais.

   A reunião de terça e quarta-feira também marcou a inclusão no CNPAA de uma empresa de drones e de uma representação a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A intenção é encorpar os debates com a visão de juristas sobre temas da aviação e incluir subsídios sobre rotinas das operações com veículos remotos.

   A próxima reunião do CNPAA está marcada para 5 de novembro, também em Brasília.