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Sindag e parceiros fazem balanço de ações do CAS e traçam estratégias para fomentar o programa

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    O balanço e os rumos do programa Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS) foi a pauta da reunião ocorrida na manhã dessa quinta-feira (24), entre representantes do Sindag, do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) e do Comitê Gestor do CAS. O encontro aconteceu em Campinas e o sindicato aeroagrícola foi representado pelo presidente Júlio Kämpf, junto com os diretores Thiago Magalhães, Bruno Vasconcelos e Jorge Humberto Morato de Toledo, além do diretor-executivo, Gabriel Colle.

    O grupo teve um panorama das ações dos parceiros e da adesão das empresas ao programa, principalmente após a reformulação (e aumento) dos requisitos mínimos para a certificação de operadores aeroagrícolas a partir do ano passado. Em seguida, os participantes discutiram estratégias para fomentar a adesão se empresas à iniciativa e incentivar o próprio mercado a valorizar o selo de qualidade ambiental e operacional (o primeiro e ainda único no setor aeroagrícola brasileiro).

    A ideia é trabalhar forte também a certificação de operadores privados, a exemplo do treinamento patrocinado em agosto do ano passado pela Syngenta e que abrangeu 54 participantes, de 21 propriedades rurais que operam com aviões próprios.

NOVA FASE

    Desde o seu surgimento, em 2013, até 2017, o CAS era dividido em três níveis, onde o primeiro era documental, para comprovar que a empresa estava em dia com todas as inscrições e licenças necessárias, inclusive de seu pessoal. O Nível II abrangia o curso de boas práticas e o terceiro nível era concedido a partir de uma auditoria comprovando a aplicação dos conceitos de boas práticas.

    A partir de 2018, passaram a ser considerados apenas os níveis Inscrito e Certificado – este com o curso e a auditoria. A partir de 2019, as empresas só estão sendo aceitas diretamente no nível Certificado – ou seja, somente após terem representante com curso e comprovarem a adoção efetiva das boas práticas ensinadas.

    Apesar de adesão voluntária, cerca de 60% das empresas agrícolas do País participam do CAS em algum nível. O esforço agora é para que o percentual continue aumentando com as novas exigências e, à medida em que vão caducando os antigos certificados básicos, os empresários invistam na qualificação para a etapa seguinte.

Encontro em Campinas reuniu dirigentes do Sindag . Sindiveg e do CAS