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Sindag teve agenda na Anac, Mec e Congresso Nacional

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Maratona de encontros em Brasília ocorreu na terça e na quarta-feira (dias 3 e 4) e abrangeu atualização de regulamentos, melhoria na qualificação de profissionais e articulação por políticas para o setor 

O Sindag teve durante a semana uma maratona de reuniões em Brasília, na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Ministério da Educação (Mec) e com parlamentares no Congresso Nacional. O principal compromisso foi na Anac, na quarta-feira (4), onde o presidente Thiago Magalhães, os diretores Francisco Dias da Silva e Tiago Textor e o consultor Agadir Mossmann conversaram com representantes de superintendências da Agência sobre uma lista de demandas que o setor aeroagrícola tem na casa. A reunião, que havia sido alinhavada no final de julho, durante o Congresso da Aviação Agrícola do Brasil (em Sertãozinho/SP), serviu para o grupo repassar os temas, definir os interlocutores em cada assunto e agendar uma série de reuniões ir eliminando etapas nos próximos meses.

Anac: reunião com superintendências da Agência definiu etapas de encontros para os próximos meses

A sistemática será a mesma que já havia sido adotada entre Sindag e Anac entre 2014 e 2017 – onde se resolveu uma série de questões, por exemplo, regulamentando a conversão de motores de aviões da gasolina de aviação para o etanol e publicando diretrizes sobre equipamentos embarcados. Dessa vez, as discussões devem abranger atualização de procedimentos de manutenção, avaliações para revalidação de licenças de pilotos e outros temas – são cerca de 20 itens na pauta.  A próxima reunião entre as entidades está marcada para 19 de setembro.

MEC E PARLAMENTARES

No Ministério da Educação, o foco do presidente Thiago Magalhães foi pedir a inclusão do tema aviação agrícola no currículo das faculdades de Agronomia. Embora as instituições de ensino superior tenham atualmente autonomia para incluir ou não tecnologias de aplicações aéreas nas grades de seus cursos, a intenção do sindicato aeroagrícola é que ao menos o referencial possa ser mencionado em diretrizes gerais.

Magalhães explica que o País possui algumas universidades que são inclusive referenciais sobre aviação agrícola, mas o setor ainda se ressente da falta profissionais já com alguma familiaridade com a tecnologia aeroagrícola. “Temos trabalhado com diversas instituições, no sentido de mostrar um nicho de mercado que deve crescer nos próximos anos, ao mesmo tempo contribuindo e na carona do aumento de produtividade na produção de grãos”, destaca o dirigente aeroagrícola.

Já nas visitas ao Congresso Nacional, Magalhães e Francisco Dias estiveram acompanhado dos assessores parlamentares Pietro Rubin e Napoleão Salles. Eles passaram pelos gabinetes dos deputados Evair Vieira Melo (PP/ES), Luiz Nishimori (PL-PR), Beto Pereira (PSDB/MS) e Heitor Schuch (PSB-RS), além do senador Antônio Anastasia (PSDB/MG).

O foco nos encontros foi apresentar ou atualizar dados sobre a aviação agrícola no Brasil e nos Estados – desde números até ações de aproximação com a sociedade, projetos de melhoria contínua e outras iniciativas. Nesse caso, dentro da estratégia de aproximação institucional, transparência e articulação em prol de políticas para o setor.

Entre as visitas a parlamentares, Thiago Magalhães conversou com os deputados Evair Vieira Melo (PP/ES)…

… Beto Pereira (PSDB/MG)…

… Heitor Schuch (PSB-RS), junto com o diretor Francisco Dias da Silva…

… e Luiz Nishimori (PL-PR)