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Tecnologia de drones será atração no estande do Sindag na Colheita do Arroz

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Além da mostra de um avião, Sindag apresentará tecnologia de drones para pulverização e imagens, como ferramentas complementares no trabalho aeroagrícola

Além da mostra de um avião e toda sua tecnologia embarcada, o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) também levará a tecnologia de drone de pulverização para seu estande na 30ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz, de 12 a 14 de fevereiro, em Capão do Leão. O equipamento remoto, da porto-alegrense AllComp Geotecnologia e Agricultura, é um DJI Agras MG-1P. O modelo tem capacidade de voo automática, funciona com oito rotores e conta com capacidade para 10 litros de calda, podendo atender de 0,6 até dois hectares de lavoura em um único voo.

Tanto o drone quanto o avião – um Embraer Ipanema, da empresa Mirim Aviação Agrícola, de Pelotas – serão atrações no roteiro das Vitrines Tecnológicas. Quem visitar o estande do Sindag também poderá experimentar a sensação de um voo agrícola com óculos de realidade virtual. Neste caso, trata-se do projeto Aviação Agrícola 360 Graus, pelo qual o visitante acompanha rapidamente todos os passos de uma operação aeroagrícola – desde o seu planejamento até o voo sobre lavouras, passando pela preparação da aeronave.

O estande no Sindag nas Vitrines será o A-12, junto à lavoura de arroz da Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado. Apesar de historicamente participar da Abertura Oficial da Colheita do Arroz, este será o quarto ano em que o Sindag conta com estande nas Vitrines Tecnológicas. Será a segunda vez em que leva um avião para a mostra (a primeira foi em 2018, em parceria com a Embraer) e a terceira com drone.

FERRAMENTAS COMPLEMENTARES

Para o sindicato aeroagrícola, o equipamento remoto tem potencial para se tornar um aliado importante das aeronaves tripuladas. Conforme o diretor-executivo do Sindag, Gabriel Colle, a tendência é de que as próprias empresas aeroagrícolas passem a incorporar drones em suas frotas. “Tanto para arremates em áreas sensíveis ou pontos com obstáculos nas pulverizações com aviões em áreas maiores, como abrindo mercado para atendimento a áreas menores”, ressalta.

Colle lembra também que a tecnologia de drones permite aos operadores agregarem valor ao seu leque de serviços. “Há um campo muito grande de trabalho na geração de imagens para análise de lavouras. Tanto para gestão quanto para orientar o trato das plantações, mostrando exatamente onde é necessária uma intervenção pontual (por avião ou trone de pulverização) ou indicando dosagem variável de produtos para cada ponto na aplicação sobre a lavoura – cuja tecnologia nos aviões permite fazer”, conclui o diretor.