10 de março de 2026

Sindag e Fepam discutem fiscalização no RS

Encontro na última semana foi na sede do órgão ambiental do Estado, com foco em convidar para o debate sobre o tema que vai correr no Congresso AvAg

A fiscalização no setor aeroagrícola esteve em pauta em uma reunião entre o Sindag e a Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luis Roessler (Fepam). O encontro ocorreu na última semana, via web e contou com a participação do diretor-executivo da entidade aeroagrícola, Gabriel Colle, e o assessor de Relações Institucionais, Divaldo Custódio Maciel. O órgão estadual esteve representado pelo seu presidente, Renato das Chagas e Silva, além do chefe do Departamento de Fiscalização, Vagner Hoffmann; do diretor técnico Gabriel Simioni Ritter, do chefe do Departamento Agrossilvipastoril, Cristiano Horbach Prass, e do responsável pela Divisão de Agrotóxicos, Gianfranco Badin Aliti.

Colle apresentou os números atualizados do setor aeroagrícola, com o relatório divulgado pela entidade no final de fevereiro, durante a 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz, e destacou a preocupação do setor com o aumento do número de drones operado ilegalmente na agricultura gaúcha. A conversa também se debruçou sobre os principais desafios da fiscalização do setor e como o setor pode ajudar. Nesse ponto, o diretor do Sindag convidou os representantes da Fepam para participarem de um painel sobre o tema, que ocorrerá no Congresso da Aviação Agrícola do Brasil (Congresso AvAg), marcado para agosto, em Goiás.  

No ano passado, a entidade aeroagrícola já havia enviado ofícios aos órgãos de vigilância agrícola e ambiental de todos os Estados, solicitando apoio no combate aos drones ilegais operando no trato de lavouras. A estratégia do Sindag abrange também campanhas de esclarecimento envolvendo ainda outras entidades do agro. A exemplo do Paraná, onde o Grupo de Trabalho (GT) da Aviação Agrícola no Estado definiu a elaboração neste ano de novas publicações sobre o uso seguro e legal de drones – complementando (e direcionando culturas específicas) a cartilha que o GT paranaense havia publicado no ano passado, com informações básicas sobre operação, registro e regulamentos da ferramenta.

 

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