{"id":1504,"date":"2020-07-20T13:52:48","date_gmt":"2020-07-20T16:52:48","guid":{"rendered":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/?post_type=colunas_sindag&#038;p=1504"},"modified":"2020-07-20T13:52:48","modified_gmt":"2020-07-20T16:52:48","slug":"momento-de-reflexao","status":"publish","type":"colunas_sindag","link":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/colunas_sindag\/momento-de-reflexao\/","title":{"rendered":"Momento de reflex\u00e3o"},"content":{"rendered":"<h1 class=\"entry-title single-title\">Momento de reflex\u00e3o<\/h1>\n<p>Momentos de exce\u00e7\u00e3o como o que estamos vivendo, principalmente em quarentena, nos impele a alternativas que possibilitem o transcurso do tempo. Uma delas \u00e9 colocar o c\u00e9rebro em exerc\u00edcio e, assim, me detive ao racioc\u00ednio de alguns cen\u00e1rios similares ao que estamos experimentando e, num deles, conjecturei um panorama de avan\u00e7o r\u00e1pido de um agente potencialmente letal, a alguma ou para diversas de nossas principais culturas. Dito de outro modo, imaginei um cen\u00e1rio que exigisse medidas r\u00e1pidas e eficazes ao seu controle, sob pena de nos depararmos com um poss\u00edvel desabastecimento em termos de alimentos ou mat\u00e9rias-primas ao bem-estar humano.<\/p>\n<p>Nesse caso, qual seria a tecnologia capaz de realizar o procedimento de aplica\u00e7\u00e3o dos produtos qu\u00edmicos necess\u00e1rios \u00e0s culturas em menor espa\u00e7o de tempo, com cobertura adequada, envolvendo o menor n\u00famero de pessoas, com maior rendimento operacional e, ainda, sem entrar em contato com as culturas deposit\u00e1rias do agente causal, acelerando ainda mais a sua prolifera\u00e7\u00e3o? Acrescente-se a isso o fato de que os profissionais envolvidos estariam qualificados, pois rotineiramente recebem treinamento e equipamento adequado.<\/p>\n<p>Numa situa\u00e7\u00e3o real de crise, ou nesta hipot\u00e9tica por mim sugerida, o que se espera da t\u00e9cnica e da tecnologia empregada ao combate? Celeridade e efic\u00e1cia. Por importante, necess\u00e1rio o destaque ao fato de que o rendimento operacional de uma aeronave \u00e9, no m\u00ednimo, tr\u00eas vezes maior que um equipamento pulverizador terrestre e, desta forma, cumpre-se o preceito da velocidade na execu\u00e7\u00e3o do combate que, resulta no atingimento de \u00e1reas mais extensas em menor espa\u00e7o de tempo. Ainda, desta caracter\u00edstica, resulta o melhor aproveitamento da \u201cjanela de oportunidade\u201d, que se caracteriza pela pulveriza\u00e7\u00e3o sob condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas que otimizam a a\u00e7\u00e3o do produto. Celeridade e efic\u00e1cia!<\/p>\n<p>Ademais, se poderia citar a alta mobilidade, dentro do territ\u00f3rio brasileiro, dos recursos tecnol\u00f3gicos e humanos, pois a pulveriza\u00e7\u00e3o a\u00e9rea se faz, obviamente, com aeronaves, que se deslocam por grandes dist\u00e2ncias em reduzido espa\u00e7o de tempo e necessitam de poucas pessoas, para o seu adequado emprego. Outros aspectos poderiam ser citados, tais como a diversidade e extrema facilidade de ajustes do equipamento \u00e0s necessidades, da possibilidade de atendimento a \u00e1reas remotas (de dif\u00edcil acesso), entre outras.<\/p>\n<p>Penso que, numa hipot\u00e9tica situa\u00e7\u00e3o de exce\u00e7\u00e3o, o valor da avia\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, a seguran\u00e7a no seu emprego e, destacadamente, a efici\u00eancia desta tecnologia seria decisiva. Vou al\u00e9m, digo que j\u00e1 somos, em diversos aspectos uma tecnologia imbat\u00edvel e crucial. Talvez sirva como prova, justamente a postura daqueles que costumeiramente nos atacam, pois estes, aos poucos, se d\u00e3o conta de que n\u00e3o nos adequamos ao posto de representantes de perigo latente \u00e0 sociedade \u2013 tendo em vista que a comunidade produtiva reconhece nossa qualidade e import\u00e2ncia \u2013 e, em maioria, passam a nos combater motivados apenas em raz\u00e3o de persistentes motivos ideol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>Por Marcelo Drescher<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"template":"","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_links_to":"","_links_to_target":""},"colunistas":[43,45],"generos":[],"class_list":["post-1504","colunas_sindag","type-colunas_sindag","status-publish","hentry","colunistas-gabriel-colle","colunistas-marcelo-drescher"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/colunas_sindag\/1504","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/colunas_sindag"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/colunas_sindag"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1504"}],"wp:term":[{"taxonomy":"colunistas","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/colunistas?post=1504"},{"taxonomy":"generos","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/generos?post=1504"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}