{"id":1514,"date":"2020-07-20T14:07:57","date_gmt":"2020-07-20T17:07:57","guid":{"rendered":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/?post_type=colunas_sindag&#038;p=1514"},"modified":"2020-07-20T14:07:57","modified_gmt":"2020-07-20T17:07:57","slug":"os-desafios-das-aplicacoes-aereas-de-herbicidas-nas-pastagens-brasileiras","status":"publish","type":"colunas_sindag","link":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/colunas_sindag\/os-desafios-das-aplicacoes-aereas-de-herbicidas-nas-pastagens-brasileiras\/","title":{"rendered":"OS DESAFIOS DAS APLICA\u00c7\u00d5ES A\u00c9REAS DE HERBICIDAS NAS PASTAGENS BRASILEIRAS"},"content":{"rendered":"<h1 class=\"entry-title single-title\">OS DESAFIOS DAS APLICA\u00c7\u00d5ES A\u00c9REAS DE HERBICIDAS NAS PASTAGENS BRASILEIRAS<\/h1>\n<p>OS DESAFIOS DAS APLICA\u00c7\u00d5ES A\u00c9REAS DE HERBICIDAS NAS PASTAGENS BRASILEIRAS<\/p>\n<p>Eng. Agr. PhD. Henrique Campos Consultor em Tecnologia de Aplica\u00e7\u00e3o na SABRI Sabedoria Agr\u00edcola Analista nas Cl\u00ednicas de Aeronaves SABRI &amp; Do Pro Be Safe Flying Services<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As aplica\u00e7\u00f5es a\u00e9reas de herbicidas nas pastagens brasileiras s\u00e3o desafiadoras em v\u00e1rios aspectos. Primeiramente, por ser comum a presen\u00e7a de \u00e1rvores na \u00e1rea a ser tratada (tamb\u00e9m chamados \u201cpaliteiros\u201d) pode ser necess\u00e1rio realizar aplica\u00e7\u00f5es em alturas de voo de 10 at\u00e9 15 metros. Tamb\u00e9m \u00e9 comum que estas \u00e1reas tenham a topografia acidentada em regi\u00f5es de morros, assim, influenciando para aplica\u00e7\u00f5es em maiores alturas de voo.<\/p>\n<a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/1.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13792 aligncenter\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/1.png\" sizes=\"auto, (max-width: 526px) 100vw, 526px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/1.png 526w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/1-300x225.png 300w\" alt=\"\" width=\"526\" height=\"394\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/2.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-13793 aligncenter\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/2.png\" sizes=\"auto, (max-width: 505px) 100vw, 505px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/2.png 591w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/2-300x156.png 300w\" alt=\"\" width=\"505\" height=\"263\" \/><\/a>\n<p>Outro ponto muito importante a ser mencionado \u00e9 que a grande maioria dos herbicidas aplicados para controle de plantas daninhas em pastagens s\u00e3o a base de picloram + 2,4-D. Estes produtos podem ser considerados vol\u00e1teis. Logo, todo cuidado \u00e9 pouco para se evitar a deriva das gotas durante e ap\u00f3s as aplica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Diante destas condi\u00e7\u00f5es desafiadoras, considero fundamentais dois pontos para o sucesso das aplica\u00e7\u00f5es a\u00e9reas: 1) Monitoramento das condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas para autorizar o in\u00edcio e o final da aplica\u00e7\u00e3o; e 2) Utilizar o DMV (Di\u00e2metro Mediano Volum\u00e9trico) mais adequado e seguro para a aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao primeiro fator condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas, \u00e9 imprescind\u00edvel identificar e n\u00e3o autorizar a aplica\u00e7\u00e3o em momentos em que a invers\u00e3o t\u00e9rmica \u00e9 mais acentuada, pois lembre-se que as aplica\u00e7\u00f5es podem ser realizadas em alturas de voo acima de 10 metros.<\/p>\n<p>Uma recomenda\u00e7\u00e3o geral e conservadora que repasso em treinamentos e consultorias para as aplica\u00e7\u00f5es a\u00e9reas de picloram + 2,4-D em pastagens \u00e9 de n\u00e3o autorizar a aplica\u00e7\u00e3o durante um per\u00edodo de 2 horas contado a partir do momento do nascer do sol e tamb\u00e9m durante um per\u00edodo de 2 horas contado a partir do momento que antecede o p\u00f4r-do-sol.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma justificativa forte para esta recomenda\u00e7\u00e3o que infelizmente diminui ainda mais a janela de aplica\u00e7\u00e3o a\u00e9rea para os pilotos. Durante o per\u00edodo de 2 horas a partir do nascer do sol a terra ainda est\u00e1 fria, a atmosfera est\u00e1vel e, na maioria das vezes, com aus\u00eancia de ventos. Logo, esta combina\u00e7\u00e3o de fatores pode promover a suspens\u00e3o das gotas e, consequentemente, a deriva das gotas para outras \u00e1reas quando ocorrerem as primeiras rajadas de ventos.<\/p>\n<p>J\u00e1 no per\u00edodo de 2 horas que antecede o p\u00f4r-do-sol a terra estar\u00e1 mais quente do que o ar e este calor poder\u00e1 promover a suspens\u00e3o das gotas carregadas com herbicidas. Ainda, neste momento a velocidade do vento geralmente \u00e9 menor que 2 km\/h ou n\u00e3o h\u00e1 ventos, assim, podendo esta combina\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m provocar deriva.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao segundo fator, o DMV dever ser adequado para proporcionar o m\u00e1ximo de deposi\u00e7\u00e3o da calda herbicida na \u00e1rea tratada e ao mesmo tempo mitigar a deriva de gotas para \u00e1reas n\u00e3o alvo. A maneira mais precisa de se identificar o DMV das gotas seria pelo m\u00e9todo de difra\u00e7\u00e3o laser em t\u00fanel de vento de alta velocidade, mas convenhamos que esta n\u00e3o \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o para nossa realidade no Brasil. Logo, os papeis hidrossens\u00edveis se tornam a op\u00e7\u00e3o mais acess\u00edvel.<\/p>\n<p>Em aplica\u00e7\u00f5es de herbicidas a base de picloram + 2,4-D nas condi\u00e7\u00f5es desafiadoras de pastagens, o ideal ser\u00e1 trabalhar com o DMV entre 300 a 450 micras para a maior efic\u00e1cia no controle das plantas daninhas e com o menor risco de contamina\u00e7\u00e3o ambiental. Sempre fa\u00e7a a verifica\u00e7\u00e3o do DMV com a calda que ser\u00e1 aplicada (herbicidas + adjuvantes, etc.) e n\u00e3o apenas com \u00e1gua. E para a verifica\u00e7\u00e3o mais precisa do DMV deve ser adotado o vento de proa e os papeis hidrossens\u00edveis devem ser posicionados com a parte sens\u00edvel a \u00e1gua na dire\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria a trajet\u00f3ria da aeronave.<\/p>\n<a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/3.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13794 aligncenter\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/3.png\" sizes=\"auto, (max-width: 585px) 100vw, 585px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/3.png 585w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/3-300x128.png 300w\" alt=\"\" width=\"585\" height=\"249\" \/><\/a>\n<p>Exemplo da metodologia usada para coleta de dados em papeis hidrossens\u00edveis.<\/p>\n<p>\u00c9 importante mencionar que uma vez verificado o DMV o pr\u00f3ximo passo \u00e9 adequar o volume de calda (litros por hectare) que proporcione a cobertura de gotas suficiente para se obter sucesso no controle. E claro, n\u00e3o se esquecendo de respeitar as condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas para a aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Durante as Clinicas de Aeronaves SABRI &amp; DOPRO tem sido observado que \u00e9 mais f\u00e1cil produzir maiores DMV em menores velocidades de voo durante a aplica\u00e7\u00e3o. Este fator \u00e9 justificado pela intensidade do vento que provoca cisalhamento e fragmenta\u00e7\u00e3o das gotas.<\/p>\n<p>Neste sentido, os helic\u00f3pteros que aplicam com a velocidade entre 90 e 110 km\/h tem uma vantagem comparados com os avi\u00f5es que aplicam em velocidades entre 180 e 250 km\/h. Portanto, para aeronaves mais velozes \u00e9 preciso ficar atento aos modelos de bicos que est\u00e3o sendo utilizados, na sua angula\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a barra de pulveriza\u00e7\u00e3o e na press\u00e3o de trabalho adotada, para assim conseguir manter o DMV seguro para as condi\u00e7\u00f5es desafiadoras das pastagens brasileiras<\/p>\n<p>O artigo denominado \u201cThe effect of adjuvants at high spray pressure for aerial applications\u201d dos autores Bradley Fritz, Clint Hoffmann e Ryan Henry apresenta, entre outras informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o menos importantes, que se mantido um mesmo volume de calda, press\u00e3o e ponta de pulveriza\u00e7\u00e3o quanto mais veloz menor ser\u00e1 o DMV, maior ser\u00e1 a porcentagem do volume de gotas menor que 100 micras e a classifica\u00e7\u00e3o do tamanho de gotas pode mudar em alguns casos de m\u00e9dia para fina.<\/p>\n<a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/4.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13795 aligncenter\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/4.png\" sizes=\"auto, (max-width: 582px) 100vw, 582px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/4.png 582w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/4-300x165.png 300w\" alt=\"\" width=\"582\" height=\"320\" \/><\/a>\n<p>Tabela retirada do artigo \u201cThe effect of adjuvants at high spray pressure for aerial applications\u201d demonstrando o efeito da velocidade de aplica\u00e7\u00e3o no espectro de gotas.<\/p>\n<p>No campo tamb\u00e9m tem sido notado o mesmo. Aeronaves mais velozes podem promover DMV menores se n\u00e3o forem adequadamente ajustadas no que se refere a pontas de pulveriza\u00e7\u00e3o, angula\u00e7\u00e3o dos bicos e press\u00e3o de trabalho.<\/p>\n<p>Nas imagens que ser\u00e3o apresentadas em seguida est\u00e3o tr\u00eas exemplos de relat\u00f3rios gerados pelo Software DropScope onde foi obtido o DMV de 405 micras pela aplica\u00e7\u00e3o com helic\u00f3ptero Bell 206 B, um DMV de 178 micras com avi\u00e3o Air Tractor 502 B e um DMV de 646 tamb\u00e9m por um Air Tractor 502 B.<\/p>\n<a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/5.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-13796 aligncenter\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/5.png\" sizes=\"auto, (max-width: 528px) 100vw, 528px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/5.png 518w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/5-251x300.png 251w\" alt=\"\" width=\"528\" height=\"629\" \/><\/a>\n<a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/6.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13797 aligncenter\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/6.png\" sizes=\"auto, (max-width: 516px) 100vw, 516px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/6.png 516w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/6-253x300.png 253w\" alt=\"\" width=\"516\" height=\"613\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/7.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13798 aligncenter\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/7.png\" sizes=\"auto, (max-width: 507px) 100vw, 507px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/7.png 507w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/7-245x300.png 245w\" alt=\"\" width=\"507\" height=\"621\" \/><\/a>\n<p>Note que, nestes resultados de campos as condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o foram as mesmas para as aeronaves, pois este n\u00e3o foi um estudo cientifico. \u00c9 apenas uma demonstra\u00e7\u00e3o de dados coletados durante as Cl\u00ednicas de Aeronaves SABRI &amp; DoPro no Brasil. Isto posto, a aeronave Bell 206 B produzindo DMV de 405 micras estava configurada com bicos D 10 Core 46 sob press\u00e3o de 20 PSI, volume de calda de 30 L\/h e em altura de voo entre 10 e 15 metros. O Air Tractor 502 B produzindo DMV de 178 micras estava com bicos CP 09 sob press\u00e3o de 33 PSI, volume de calda de 30 L\/ha em altura de voo entre 5 e 7 metros. Por fim, o segundo Air Tractor 502 B produzindo DMV de 646 micras estava com bicos CP11TT 4025 sob press\u00e3o de 30 PSI, volume de calda de 50 L\/ha e em altura de voo entre 10 e 15 metros.<\/p>\n<p>O que foi padronizado para todas aeronaves foram as condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas (Temperatura abaixo de 30\u00ba C, umidade relativa do ar acima de 50%, ventos presentes entre 3 e 8 km\/h e per\u00edodo das aplica\u00e7\u00f5es entre 9 e 11 horas) e a calda composta por \u00e1gua + rodamina (50 mL para cada 100 litros de \u00e1gua).<\/p>\n<a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/8.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13799 aligncenter\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/8.png\" sizes=\"auto, (max-width: 533px) 100vw, 533px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/8.png 533w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/8-300x225.png 300w\" alt=\"\" width=\"533\" height=\"400\" \/><\/a>\n<p>Foto durante Cl\u00ednica de Aeronaves SABRI &amp; DoPro com helic\u00f3ptero BELL 206 B junto ao consultor Henrique Campos e o comandante Eduardo Volpato em Imperatriz \u2013 MA.<\/p>\n<p>Contudo, o objetivo deste texto n\u00e3o \u00e9 categorizar, classificar ou comparar que um tipo de aeronave \u00e9 melhor que outro, pois sempre haver\u00e3o fatores mais vantajosos quando s\u00e3o feitas compara\u00e7\u00f5es entre aeronaves. O nosso objetivo foi conscientizar a import\u00e2ncia de configurar corretamente as aeronaves, sejam elas de asa fixa ou n\u00e3o, para o melhor desempenho da aplica\u00e7\u00e3o mesmo em condi\u00e7\u00f5es desafiadoras como as das pastagens brasileiras.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea chegou at\u00e9 o final deste texto, sinceramente, o meu muito obrigado pela sua aten\u00e7\u00e3o. Espero ter acrescentado com informa\u00e7\u00f5es que fa\u00e7am a diferen\u00e7a no seu dia a dia. E por favor, n\u00e3o deixe de dar sua opini\u00e3o sobre o que voc\u00ea leu e tamb\u00e9m compartilhar conosco algum tema que seja do seu interesse para abordamos nos pr\u00f3ximos textos.<\/p>\n<p>Com um abra\u00e7o Henrique Campos.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"template":"","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_links_to":"","_links_to_target":""},"colunistas":[53],"generos":[],"class_list":["post-1514","colunas_sindag","type-colunas_sindag","status-publish","hentry","colunistas-henrique-borges-neves-campos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/colunas_sindag\/1514","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/colunas_sindag"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/colunas_sindag"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1514"}],"wp:term":[{"taxonomy":"colunistas","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/colunistas?post=1514"},{"taxonomy":"generos","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/generos?post=1514"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}