{"id":1516,"date":"2020-07-20T14:11:24","date_gmt":"2020-07-20T17:11:24","guid":{"rendered":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/?post_type=colunas_sindag&#038;p=1516"},"modified":"2020-07-20T14:11:24","modified_gmt":"2020-07-20T17:11:24","slug":"voando-baixo-e-prejudicando-a-uniformidade-de-distribuicao-de-calda-nas-aplicacoes","status":"publish","type":"colunas_sindag","link":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/colunas_sindag\/voando-baixo-e-prejudicando-a-uniformidade-de-distribuicao-de-calda-nas-aplicacoes\/","title":{"rendered":"Voando baixo e prejudicando a uniformidade de distribui\u00e7\u00e3o de calda nas aplica\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<h1 class=\"entry-title single-title\">Voando baixo e prejudicando a uniformidade de distribui\u00e7\u00e3o de calda nas aplica\u00e7\u00f5es<\/h1>\n<p>Durante as Clinicas de Aeronaves SABRI &amp; DOPRO tem sido observado<br \/>\nque a altura de voo interfere na uniformidade de distribui\u00e7\u00e3o de calda ao longo<br \/>\nda faixa de aplica\u00e7\u00e3o determinada pelo piloto. No entanto, para toda regra<br \/>\nexistem exce\u00e7\u00f5es. E o objetivo deste texto n\u00e3o \u00e9 confrontar ou contestar a<br \/>\nt\u00e9cnica de aplica\u00e7\u00e3o de pilotos, empresas ou fazendas. Temos como real<br \/>\nobjetivo neste texto compartilhar situa\u00e7\u00f5es encontradas durante nossos<br \/>\ntrabalhos e assim colaborar com voc\u00ea leitor no entendimento deste fator altura<br \/>\nde voo.<br \/>\nPrimeiramente \u00e9 preciso mencionar que nas avalia\u00e7\u00f5es do efeito da altura<br \/>\nde voo no padr\u00e3o de deposi\u00e7\u00e3o de calda \u00e9 adotado o vento alinhado ou vento de<br \/>\nproa para as aplica\u00e7\u00f5es. Esta \u00e9 a metodologia adotada nas Clinicas de Aeronaves<br \/>\naqui no Brasil pela SABRI e tamb\u00e9m pelas Cl\u00ednicas de Aeronaves nos Estados<br \/>\nUnidos pela NAAA entre outras. O motivo de ser usado vento alinhado ou de<br \/>\nproa \u00e9 simples, apenas assim poder\u00edamos verificar irregularidades na<br \/>\ndistribui\u00e7\u00e3o de calda. Quando h\u00e1 vento lateral ou vento de trav\u00e9s as<br \/>\nirregularidades na distribui\u00e7\u00e3o da calda s\u00e3o \u201cmascaradas\u201d.<br \/>\nIsto posto, todo cuidado \u00e9 pouco com rela\u00e7\u00e3o a mudan\u00e7as da dire\u00e7\u00e3o do<br \/>\nvento durante as avalia\u00e7\u00f5es. Monitoramos a dire\u00e7\u00e3o do vento com auxilio de<br \/>\num anem\u00f4metro especial (Fig. 1), que identifica a ocorr\u00eancia de ventos laterais<br \/>\nou tamb\u00e9m chamados de \u201ccross wind\u201d.<\/p>\n<a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-1.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-12020\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-1.png\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-1.png 1200w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-1-300x200.png 300w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-1-768x512.png 768w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-1-1024x683.png 1024w\" alt=\"\" width=\"1200\" height=\"800\" \/><\/a>\n<p>Fig. 1 \u2013 Anem\u00f4metro digital usado para monitoramento a velocidade do vento e ocorr\u00eancia de ventos<br \/>\nlaterais ou \u201ccross wind\u201d durante as Cl\u00ednicas de Aeronaves SABRI &amp; DOPRO no Brasil.<\/p>\n<p>Para demonstrar a voc\u00ea leitor o efeito que a ocorr\u00eancia de ventos laterais<br \/>\nou \u201ccross wind\u201d provocam no padr\u00e3o de deposi\u00e7\u00e3o de calda nos apresentamos<br \/>\nabaixo os resultados obtidos para uma mesma aeronave. Na Figura 2, tem-se o<br \/>\ngr\u00e1fico em que houve ocorr\u00eancia de vento lateral no sentido da asa esquerda<br \/>\npara a direita. J\u00e1 na Figura 3, tem-se o gr\u00e1fico em que n\u00e3o houve ocorr\u00eancia de<br \/>\nventos laterais ou \u201ccross wind\u201d.<\/p>\n<a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/figura-2-e-3.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-12021\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/figura-2-e-3.png\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/figura-2-e-3.png 1200w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/figura-2-e-3-300x185.png 300w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/figura-2-e-3-768x473.png 768w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/figura-2-e-3-1024x631.png 1024w\" alt=\"\" width=\"1200\" height=\"739\" \/><\/a>\n<p>Figuras 2 e 3 \u2013 Efeito de ventos laterais no padr\u00e3o de distribui\u00e7\u00e3o de calda. Dados obtidos durante<br \/>\numa Clinica de Aeronaves SABRI &amp; DOPRO no Brasil sob condi\u00e7\u00f5es reais de campo. Por politica de<br \/>\nprivacidade n\u00e3o foi divulgado o prefixo da aeronave e o nome do piloto.<\/p>\n<p>Note que, dentro da mesma faixa de aplica\u00e7\u00e3o determinada pelo piloto<br \/>\n(faixa central pontilhada) existiam falhas e poss\u00edveis subdosagens que n\u00e3o<br \/>\nseriam identificadas com ocorr\u00eancia de ventos laterais e, consequentemente, se<br \/>\nfossem adotados voos de trav\u00e9s durante as avalia\u00e7\u00f5es feitas nas Cl\u00ednicas de<br \/>\nAeronaves.<br \/>\nUma vez demonstrada a import\u00e2ncia de adotarmos o vento de proa,<br \/>\nvoltamos para as avalia\u00e7\u00f5es de altura de voo. Nelas usamos uma metodologia\u00a0parecida com a adotada em topografia. Temos um ponto de referencia que chamo de ponto zero onde h\u00e1 uma bola branca como marco. A partir deste marco s\u00e3o posicionadas tr\u00eas bandeiras de sinaliza\u00e7\u00e3o para que a aeronave fa\u00e7a o voo alinhado e centralizado com estas bandeiras. Paralelo ao ponto zero h\u00e1<br \/>\numa luneta com mira a laser e, por fim, entre o ponto zero e a luneta temos uma<br \/>\nr\u00e9gua graduada para a orienta\u00e7\u00e3o da altura de voo pela equipe em solo (Fig. 4 e<br \/>\n5).<\/p>\n<a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-4.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-12022\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-4.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 675px) 100vw, 675px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-4.jpg 675w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-4-169x300.jpg 169w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-4-576x1024.jpg 576w\" alt=\"\" width=\"675\" height=\"1200\" \/><\/a>\n<p>Fig. 4 \u2013 Metodologia usada para verifica\u00e7\u00e3o da altura de voo durante as Cl\u00ednicas de Aeronaves SABRI<br \/>\n&amp; DOPRO no Brasil.<\/p>\n<a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-5.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-12023\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-5.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-5.jpg 1200w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-5-300x225.jpg 300w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-5-768x576.jpg 768w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-5-1024x768.jpg 1024w\" alt=\"\" width=\"1200\" height=\"900\" \/><\/a>\n<p>Fig. 5 \u2013 Luneta com mira a laser usada para verifica\u00e7\u00e3o da altura de voo durante as Cl\u00ednicas de<br \/>\nAeronaves SABRI &amp; DOPRO no Brasil.<\/p>\n<p>Esta metodologia simples nos permite avaliar a altura de voo em<br \/>\naeronaves que n\u00e3o possuem alt\u00edmetro digital no cockpit. Sendo que, naquelas<br \/>\naeronaves que cotam com alt\u00edmetro digital, as alturas obtidas em solo a partir<br \/>\ndesta metodologia conferem precisamente com as alturas informadas pelo<br \/>\npiloto a partir do sistema digital dentro do cockpit.<\/p>\n<p>Uma vez compreendia a metodologia que usamos para avaliar a altura de<br \/>\nvoo, seguimos para a pr\u00e1tica e entra em a\u00e7\u00e3o a tecnologia de espectrometria de<br \/>\nfio. Em que usamos um fio ou barbante composto por algod\u00e3o e poli\u00e9ster para<br \/>\ncapturar a deposi\u00e7\u00e3o de gotas concentradas com marcador n\u00e3o t\u00f3xico a partir da<br \/>\naplica\u00e7\u00e3o a\u00e9rea. Ent\u00e3o este fio especial \u00e9 levado at\u00e9 o equipamento que faz a<br \/>\nleitura das tr\u00eas ou mais repeti\u00e7\u00f5es feitas no campo e dai gera um laudo, ou<br \/>\nmelhor, um raio x da aplica\u00e7\u00e3o feita pela aeronave (Fig. 6).<\/p>\n<a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-6.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-12024\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-6.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-6.jpg 1200w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-6-300x225.jpg 300w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-6-768x576.jpg 768w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-6-1024x768.jpg 1024w\" alt=\"\" width=\"1200\" height=\"900\" \/><\/a>\n<p>Fig. 6 \u2013 Tecnologia DoPro de espectrometria de fio usada para verifica\u00e7\u00e3o do padr\u00e3o de distribui\u00e7\u00e3o<br \/>\nde calda durante as Cl\u00ednicas de Aeronaves SABRI &amp; DOPRO no Brasil.<\/p>\n<p>Nas avalia\u00e7\u00f5es com vento alinhado ou vento de proa, temos observado<br \/>\ndois tipos de desuniformidade na distribui\u00e7\u00e3o de calda quando s\u00e3o adotadas pelo<br \/>\npiloto alturas de voo iguais ou inferiores a 2 metros. Neste primeiro caso<br \/>\napresentamos os resultados do padr\u00e3o de distribui\u00e7\u00e3o de calda com um Air<br \/>\nTractor 502 B voando a 1.8 m de altura (Fig. 7) e a mesma aeronave voando a<br \/>\n4.5 m de altura (Fig. 8). Ambos configurados com bicos hidr\u00e1ulicos D6 core 46<br \/>\nperfazendo um volume de calda de 15 litros por hectare.<br \/>\nNo primeiro caso, em que houve maior deposi\u00e7\u00e3o de calda no centro da<br \/>\nfaixa de aplica\u00e7\u00e3o criando um desenho t\u00edpico no gr\u00e1fico em formato de U,<br \/>\nacreditamos na hip\u00f3tese de efeito do vortex da h\u00e9lice prejudicando a<br \/>\ndistribui\u00e7\u00e3o de calda em fun\u00e7\u00e3o da altura de voo de 1.8 m (Fig. 7). Pois<br \/>\nverificamos em altura de voo de 4.5 m que houve maior uniformidade de<br \/>\ndistribui\u00e7\u00e3o da calda (Fig. 8).<\/p>\n<a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-7.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-12027\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-7.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 743px) 100vw, 743px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-7.jpg 743w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-7-300x189.jpg 300w\" alt=\"\" width=\"743\" height=\"467\" \/><\/a>\n<p>Fig. 7 \u2013 Efeito da altura de voo de 1.8 metros no padr\u00e3o de distribui\u00e7\u00e3o de calda. Dados obtidos durante uma Clinica de Aeronaves SABRI &amp; DOPRO no Brasil sob condi\u00e7\u00f5es reais de campo. Por politica de privacidade n\u00e3o foi divulgado o prefixo da aeronave e o nome do piloto.<\/p>\n<a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-8.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-12028\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-8.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 734px) 100vw, 734px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-8.jpg 734w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-8-300x195.jpg 300w\" alt=\"\" width=\"734\" height=\"477\" \/><\/a>\n<p>Fig. 8 \u2013 Efeito da altura de voo de 4.5 metros no padr\u00e3o de distribui\u00e7\u00e3o de calda. Dados obtidos durante uma Clinica de Aeronaves SABRI &amp; DOPRO no Brasil sob condi\u00e7\u00f5es reais de campo. Por politica de privacidade n\u00e3o foi divulgado o prefixo da aeronave e o nome do piloto.<\/p>\n<p>Por outro lado, nas figuras abaixo apresentamos os resultados do padr\u00e3o<br \/>\nde distribui\u00e7\u00e3o de calda com outra aeronave. Agora um THRUSH 510 G voando<br \/>\na 2 m de altura (Fig. 9) e a mesma aeronave voando a 3.5 m de altura (Fig. 10).<br \/>\nAmbos configurados com bicos hidr\u00e1ulicos TeeJet 4015 perfazendo um volume<br \/>\nde calda de 28 litros por hectare.<br \/>\nNeste segundo caso, em que houve menor deposi\u00e7\u00e3o de calda nas<br \/>\nextremidades da faixa de aplica\u00e7\u00e3o na altura de voo 2 m (Fig. 9), nos tamb\u00e9m<br \/>\nacreditamos na hip\u00f3tese que houve efeito negativo da menor altura de voo. Pois,<br \/>\nao adotar altura de voo de 3.5 m houve maior deposi\u00e7\u00e3o de calda nos limites da<br \/>\nfaixa de aplica\u00e7\u00e3o (Fig. 10). Portanto, verificamos ao aumentar a altura de voo<br \/>\nque houve maior abertura de faixa, evitando falhas ou subdosagens nos limites<br \/>\nda faixa de aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-9-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-12029\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-9-1.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-9-1.jpg 750w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-9-1-300x100.jpg 300w\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"248\" \/><\/a>\n<p>Fig. 9 \u2013 Efeito da altura de voo de 2 metros no padr\u00e3o de distribui\u00e7\u00e3o de calda. Dados obtidos durante<br \/>\numa Clinica de Aeronaves SABRI &amp; DOPRO no Brasil sob condi\u00e7\u00f5es reais de campo. Por politica de<br \/>\nprivacidade n\u00e3o foi divulgado o prefixo da aeronave e o nome do piloto.<\/p>\n<a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-10-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-12030\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-10-1.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 737px) 100vw, 737px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-10-1.jpg 737w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Fig-10-1-300x94.jpg 300w\" alt=\"\" width=\"737\" height=\"230\" \/><\/a>\n<p>Fig. 10 \u2013 Efeito da altura de voo de 3.5 metros no padr\u00e3o de distribui\u00e7\u00e3o de calda. Dados obtidos durante uma Clinica de Aeronaves SABRI &amp; DOPRO no Brasil sob condi\u00e7\u00f5es reais de campo. Por politica de privacidade n\u00e3o foi divulgado o prefixo da aeronave e o nome do piloto.<\/p>\n<p>Ainda neste segundo caso, verifica-se que houve maior dep\u00f3sito de calda<br \/>\nno centro da faixa de aplica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m criando no gr\u00e1fico um deposi\u00e7\u00e3o em<br \/>\nformato de U. No entanto, neste caso em que \u00e9 descartada a hip\u00f3tese de ser<br \/>\nresultado da menor altura de voo, o ac\u00famulo de deposi\u00e7\u00e3o no centro da faixa de<br \/>\naplica\u00e7\u00e3o pode ser devido a interfer\u00eancia de outros fatores, tais como: i)<br \/>\nposicionamento inadequado dos bicos, ii) interfer\u00eancia das rodas, iii) aus\u00eancia<br \/>\nde bicos na barriga da aeronave, entre outros que ser\u00e3o abordados nos pr\u00f3ximos<br \/>\ntextos.<br \/>\nContudo, \u00e9 intuitivo concluirmos que a altura de voo interfere na<br \/>\nqualidade das aplica\u00e7\u00f5es. Por\u00e9m, isto vai depender de diferentes fatores como<br \/>\ntipo de aeronave, configura\u00e7\u00e3o e posicionamento das pontas na barra de<br \/>\npulveriza\u00e7\u00e3o, do modo como piloto trabalha, da dire\u00e7\u00e3o do vento durante as<br \/>\navalia\u00e7\u00f5es, entre outros. Logo, a realiza\u00e7\u00e3o de testes, pesquisas e a\u00e7\u00f5es<br \/>\nextensionistas como as Cl\u00ednicas de Aeronaves SABRI t\u00eam papel importante e<br \/>\nfundamental para o desenvolvimento sustent\u00e1vel da aplica\u00e7\u00e3o a\u00e9rea no Brasil.<br \/>\nSe voc\u00ea chegou at\u00e9 o final deste texto, sinceramente, o meu muito<br \/>\nobrigado pela sua aten\u00e7\u00e3o. Espero ter acrescentado com informa\u00e7\u00f5es que fa\u00e7am<br \/>\na diferen\u00e7a no seu dia a dia. E por favor, n\u00e3o deixe de dar sua opini\u00e3o sobre este<br \/>\ntexto e tamb\u00e9m compartilhar conosco algum tema que seja do seu interesse para<br \/>\nabordamos nos pr\u00f3ximos textos.<\/p>\n<p>Com um abra\u00e7o Henrique Campos.<\/p>\n<a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/43021716_169041084002375_4998897734141345792_n-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-12031\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/43021716_169041084002375_4998897734141345792_n-1.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 675px) 100vw, 675px\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/43021716_169041084002375_4998897734141345792_n-1.jpg 675w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/43021716_169041084002375_4998897734141345792_n-1-169x300.jpg 169w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/43021716_169041084002375_4998897734141345792_n-1-576x1024.jpg 576w\" alt=\"\" width=\"675\" height=\"1200\" \/><\/a>\n<p>\u201cS\u00d3 EXISTE UM CAMINHO HONESTO PARA O TRIUNFO: AJUDAR AS PESSOAS\u201d<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"template":"","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_links_to":"","_links_to_target":""},"colunistas":[53],"generos":[],"class_list":["post-1516","colunas_sindag","type-colunas_sindag","status-publish","hentry","colunistas-henrique-borges-neves-campos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/colunas_sindag\/1516","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/colunas_sindag"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/colunas_sindag"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1516"}],"wp:term":[{"taxonomy":"colunistas","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/colunistas?post=1516"},{"taxonomy":"generos","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/generos?post=1516"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}