{"id":2161,"date":"2020-08-02T00:12:36","date_gmt":"2020-08-02T03:12:36","guid":{"rendered":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/?post_type=noticias_sindag&#038;p=2161"},"modified":"2020-08-12T00:14:23","modified_gmt":"2020-08-12T03:14:23","slug":"2161-2","status":"publish","type":"noticias_sindag","link":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/noticias_sindag\/2161-2\/","title":{"rendered":"Doze pilotos agr\u00edcolas, de seis Estados e da Bol\u00edvia, treinam combate a\u00e9reo a inc\u00eandios florestais em SP"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #808080;\"><em><span style=\"font-family: 'comic sans ms', sans-serif;\">Curso ocorreu do dia 13 a 15 de julho, no interior paulista, abrangendo parte te\u00f3rica e simula\u00e7\u00f5es com lan\u00e7amentos de \u00e1gua em \u00e1reas alvo<\/span><\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Doze pilotos agr\u00edcolas, de SP, PR, MT, MS, RS e PA, al\u00e9m de um piloto da Bol\u00edvia, est\u00e3o participando de um curso de combate a\u00e9reo a inc\u00eandios florestais, que ocorre em Ol\u00edmpia, no interior paulista. As aulas come\u00e7aram nessa segunda (13), com aulas te\u00f3rica at\u00e9 ter\u00e7a, e terminou nessa quarta (15), com as pr\u00e1ticas de lan\u00e7amento de \u00e1gua contra as chamas. Cada piloto teve que fazer pelo menos quatro lan\u00e7amentos contra um alvo representando ponto de inc\u00eandio \u2013 treinamento a comunica\u00e7\u00e3o (com fraseologia t\u00e9cnica), circuito, aproxima\u00e7\u00e3o, ataque e retorno.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">As miss\u00f5es ocorreram em voo duplo comando (com instrutor ao lado do aluno), em voo solo e voo de conjunto. A aeronave que fez o ataque \u00e0s \u201cchamas\u201d foi um turbo\u00e9lice Air Tractor AT-504, com capacidade para 1,8 mil litros de \u00e1gua.\u00a0<\/span><span style=\"color: #000000;\">As opera\u00e7\u00f5es ocorrem na base da empresa Pachu Avia\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola, no acesso para Bagua\u00e7u.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">A turma de instrutores contou com a especialista em avia\u00e7\u00e3o agr\u00edcola M\u00f4nica Maria Sarmento e Souza \u2013 do Minist\u00e9rio da Agricultura. Ela tem forma\u00e7\u00e3o em Avia\u00e7\u00e3o de Combate a Inc\u00eandios em Campos e Florestas pelo British Columbia Forest Service\/Canad\u00e1; pela Junta de Andaluzia\/Espanha e Governo do Chile. Apesar de n\u00e3o pilotar, ela \u00e9 uma das mais importantes autoridades do Pa\u00eds nesse tipo de opera\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, \u00e9 quem vai fazer as inspe\u00e7\u00f5es de solo e avaliar os lan\u00e7amentos feitos pelos alunos.<\/span><\/p>\n<div style=\"width: 400px;\" class=\"wp-video\"><!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('video');<\/script><![endif]-->\n<video class=\"wp-video-shortcode\" id=\"video-2161-1\" width=\"400\" height=\"190\" preload=\"metadata\" controls=\"controls\"><source type=\"video\/mp4\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/115874557_713892755822739_6884581247929388777_n.mp4?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/115874557_713892755822739_6884581247929388777_n.mp4\">https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/115874557_713892755822739_6884581247929388777_n.mp4<\/a><\/video><\/div>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Junto com M\u00f4nica, est\u00e3o os empres\u00e1rios e pilotos Astor Schlindwein (Americasul Avia\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola) e Marcelo (China) Amaral, da Pachu Avia\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola. Ambos com mais de uma d\u00e9cada de experi\u00eancia em opera\u00e7\u00f5es contra chamas. A empresa de Schlindwein inclusive participou no ano passado dos combates a inc\u00eandios na Flroesta Amaz\u00f4nica e na Chapada dos Guimar\u00e3es, no Mato Grosso. J\u00e1 a Pachu realiza praticamente todos os anos opera\u00e7\u00f5es de combate a inc\u00eandios no interior paulista, na maioria das vezes em apoio aos bombeiros do Estado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">O curso foi promovido pela Funda\u00e7\u00e3o Astronauta Marcos Pontes (Astropontes) e pela Faculdade de Ci\u00eancias Aeron\u00e1uticas da Institui\u00e7\u00e3o Toledo de Ensino (ITE), de Bauru. Com apoio o apoio do Sindicato Nacional das Empresas de Avia\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola (Sindag) e do Instituto Brasileiro da Avia\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola (Ibravag).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Este tipo de treinamento normalmente \u00e9 feito pelas pr\u00f3prias empresas antes da temporada de inc\u00eandios no Brasil \u2013 que vai de julho a outubro. Por\u00e9m, a ideia de incrementar a forma\u00e7\u00e3o de pilotos bombeiros veio do aumento da incid\u00eancia de focos de inc\u00eandios florestais no Pa\u00eds em 2019: 161.236 na temporada, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) \u2013 45% a mais do que em 2018 e 84% deles registrados no m\u00eas de agosto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tamb\u00e9m no ano passado, a avia\u00e7\u00e3o agr\u00edcola brasileira realizou mais de 1,8 mil lan\u00e7amentos de \u00e1gua contra chamas em diversos Estados \u2013 inclusive na Floresta Amaz\u00f4nica. Foram pelo menos 350 horas de voo contra inc\u00eandios e uma das empresas chegou a atuar no Chaco Paraguaio, contratada pelo governo daquele pa\u00eds.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">O levantamento foi Ibravag, abrangendo sete empresas do setor que atuaram nesse tipo de opera\u00e7\u00e3o entre o in\u00edcio de julho e o come\u00e7o de outubro. Balan\u00e7o que, ali\u00e1s, abaixo da realidade, j\u00e1 que duas das empresas n\u00e3o informaram os dados de suas a\u00e7\u00f5es contra o fogo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Este ano, no Rio Grande do Sul apenas uma empresa aeroagr\u00edcola j\u00e1 realizou o lan\u00e7amento de mais de 81 mil litros de \u00e1gua contra tr\u00eas inc\u00eandios em \u00e1rea de pastagem. E outra empesa de Goi\u00e1s enviou, no \u00faltimo dia 7, duas aeronaves para combater um inc\u00eandio em uma lavoura de milho.<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">PRODUTORES E BOMBEIROS<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Segundo o presidente do Sindag, Thiago Magalh\u00e3es, a procura pela avia\u00e7\u00e3o agr\u00edcola para combate a inc\u00eandios aumentou entre 20% a 30% no ano passado, devido, principalmente, \u00e0 maior procura de produtores rurais pelo servi\u00e7o. O motivo seria a percep\u00e7\u00e3o dos agricultores do custo\/benef\u00edcio na hora de proteger as equipes em solo no combate \u00e0s chamas, al\u00e9m da rapidez dos avi\u00f5es para frear o avan\u00e7o do fogo sobre \u00e1reas maiores da lavoura, planta\u00e7\u00f5es vizinhas ou no caminho de \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">J\u00e1 nas reservas ambientais, al\u00e9m de a\u00e7\u00f5es volunt\u00e1rias em alguns pontos, o grosso do trabalho contra chamas \u00e9 feito em parceria com \u00f3rg\u00e3os oficiais, como o Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICM-Bio) e bombeiros nos Estados. A\u00ed a ferramenta a\u00e9rea faz a diferen\u00e7a na seguran\u00e7a das equipes em solo e na redu\u00e7\u00e3o de custo e de tempo das equipes. Sem falar na capacidade de combate direto em \u00e1res de dif\u00edcil acesso por terra.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Al\u00e9m disso, com prote\u00e7\u00e3o indireta \u00e0s \u00e1reas urbanas. Tanto na redu\u00e7\u00e3o de chamas pr\u00f3ximo a \u00e1rea habitadas como reduzindo o tempo em que bombeiros e viaturas precisam ficar fora de suas bases.<\/span><\/p>\n","protected":false},"featured_media":2162,"parent":0,"template":"","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_links_to":"","_links_to_target":""},"categorias_noticias":[],"class_list":["post-2161","noticias_sindag","type-noticias_sindag","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/noticias_sindag\/2161","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/noticias_sindag"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/noticias_sindag"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2162"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2161"}],"wp:term":[{"taxonomy":"categorias_noticias","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/categorias_noticias?post=2161"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}