{"id":2504,"date":"2020-09-10T18:09:44","date_gmt":"2020-09-10T21:09:44","guid":{"rendered":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/?post_type=noticias_sindag&#038;p=2504"},"modified":"2020-09-23T08:46:29","modified_gmt":"2020-09-23T11:46:29","slug":"argentina-ainda-tem-cinco-nuvens-de-gafanhotos-ativas-em-seu-territorio","status":"publish","type":"noticias_sindag","link":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/noticias_sindag\/argentina-ainda-tem-cinco-nuvens-de-gafanhotos-ativas-em-seu-territorio\/","title":{"rendered":"Argentina ainda tem cinco nuvens de gafanhotos ativas em seu territ\u00f3rio"},"content":{"rendered":"<p><em><span style=\"font-family: 'comic sans ms', sans-serif;\">Outras cinco nuvens foram eliminadas desde julho no pa\u00eds vizinho e Brasil segue em alerta, embora risco de chegada de insetos seja considerado baixo<\/span><\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Atualmente, o Servi\u00e7o Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa) monitora cinco nuvens de gafanhotos no norte do pa\u00eds. Tr\u00eas na prov\u00edncia de Salta, uma na divisa entre Tucuman e Santiago Del Estero e outra em C\u00f3rdoba. Al\u00e9m disso, outras cinco nuvens j\u00e1 foram eliminadas por a\u00e7\u00f5es de aplica\u00e7\u00f5es terrestres e a\u00e9reas de inseticida. Foram duas nuvens em C\u00f3rdoba e duas em Santiago Del Estero em agosto e a nuvem eliminada em 25 de julho em Federaci\u00f3n, na prov\u00edncia de Entre Rios \u2013 na divisa com o Uruguai e a cerca de 100 quil\u00f4metros da cidade ga\u00facha de Barra do Quara\u00ed.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">O balan\u00e7o foi apresentado pelo chefe do Programa Nacional de Gafanhotos e Ticuras do Senasa, Hector Em\u00edlio Medina. Foi durante o Debate Web promovido nesta quinta-feira (10) pelo Sindicato Nacional das Empresas de Avia\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola (Sindag). O encontro, que ocorreu das 10 \u00e0s 11h30, teve a participa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m do fiscal agropecu\u00e1rio Juliano Ritter, da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul, e do agr\u00f4nomo, ex-diretor e consultor do Sindag Eduardo Cordeiro de Ara\u00fajo. A media\u00e7\u00e3o ficou a cargo do secret\u00e1rio executivo do Sindag, J\u00fanior Oliveira.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Segundo Medina, apesar da situa\u00e7\u00e3o dos gafanhotos ser atualmente preocupante na regi\u00e3o norte de seu pa\u00eds, ao menos por enquanto n\u00e3o h\u00e1 risco dos gafanhotos se aproximarem da fronteira brasileira. Diferente da nuvem eliminada em julho na fronteira uruguaia e que em junho havia colocado o Brasil em situa\u00e7\u00e3o de alerta contra a praga.<\/span><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Debate sobre Nuvem de Gafanhotos\" width=\"680\" height=\"383\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/AqDBAiOELa0?start=220&#038;feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">ROTAS<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Medina contou que os t\u00e9cnicos argentinos trabalham tamb\u00e9m estudando as rotas de migra\u00e7\u00e3o dos gafanhotos, que desde 2015 t\u00eam gerado deslocamentos de grandes nuvens pelo norte do pa\u00eds. Em um desses casos \u2013 em junho, tendo chegado na prov\u00edncia de Corrientes, na divisa com o Rio Grande do Sul. \u201cQue tamb\u00e9m j\u00e1 foi uma roda de migra\u00e7\u00e3o desses insetos h\u00e1 70 anos\u201d, completou. \u00a0O coordenador do Senasa tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o alerta que existe na Argentina para outros tipos de gafanhotos como a chamada <em>tucura quabrachera<\/em> (<em>Tropidacris collaris<\/em>). Neste caso, um inseto maior, mas sem o alcance e a capacidade de formar grandes nuvens do gafanhoto sul-americano, \u201cque \u00e9 a praga que mais preocupa\u201d. Medina destacou ainda a import\u00e2ncia do controle a\u00e9reo dos gafanhotos, devido \u00e0 janela estreita de tempo para localiza\u00e7\u00e3o e combate aos insetos.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">O fiscal agropecu\u00e1rio Juliano Ritter tamb\u00e9m lembrou que as nuvens de garanhotos sul-americanos na Argentina mais pr\u00f3ximas do Brasil est\u00e3o a dist\u00e2ncias entre 600 e 700 quil\u00f4metros da fronteira brasileira. Apesar do atual baixo risco de chegada de insetos ao Brasil, Ritter destacou que os t\u00e9cnicos brasileiros seguem em contato permanente com os colegas argentinos, para manter as informa\u00e7\u00f5es atualizadas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">\u00a0\u201cHouve um grande aprendizado a partir da crise gerada em junho, o que veio tamb\u00e9m com uma importante rede de comunica\u00e7\u00e3o entre os vizinhos\u201d, destacou o fiscal ga\u00facho. \u201cO Sindag foi fundamental em criar um grupo com Argentina, Brasil e Uruguai ainda no in\u00edcio do monitoramento da praga.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>PLANOS<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">O consultor Eduardo Ara\u00fajo, destacou o trabalho do sindicato aeroagr\u00edcola no in\u00edcio da crise gerada pela nuvem que se aproximou do Pa\u00eds em junho. Ele integrou o grupo de especialistas reunido pelo sindicato aeroagr\u00edcola para esbo\u00e7ar propostas da entidade ao plano nacional. \u201cA mim coube elaborar sugest\u00f5es sobre a tecnologia de aplica\u00e7\u00e3o a\u00e9rea\u201d. <\/span><span style=\"color: #000000;\">Os palestrantes tamb\u00e9m responderam quest\u00f5es sobre produtos, t\u00e9cnicas e a possibilidade de novas ferramentas para o monitoramento dos insetos, como drones e at\u00e9 radares meteorol\u00f3gicos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Oficialmente, o Rio Grande do Sul e Santa Catarina seguem em emerg\u00eancia fitossanit\u00e1ria pela presen\u00e7a de nuvens de gafanhotos no Mercosul. A medida foi tomada em junho, pelo Minist\u00e9rio da Agricultura Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) e vale por um ano. \u00a0O Mapa tamb\u00e9m p\u00fablico a\u00a0<a style=\"color: #000000;\" href=\"http:\/\/www.in.gov.br\/web\/dou\/-\/portaria-n-208-de-29-de-junho-de-2020-264165539\">Portaria 208\/20<\/a>,\u00a0de 29 de junho, com diretrizes para o combate \u00e0s pragas \u2013 autorizando o uso de oito produtos princ\u00edpios ativos qu\u00edmicos e biol\u00f3gicos contra os gafanhotos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">J\u00e1 o governo ga\u00facho publicou em julho o Plano de Emerg\u00eancia para Supress\u00e3o e Controle de Gafanhotos no Estado. Tudo definido na <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/www.agricultura.rs.gov.br\/upload\/arquivos\/202007\/24114945-instrucao-normativa-017-2020-2.pdf\">Instru\u00e7\u00e3o Normativa (IN) n\u00ba 17\/20<\/a><\/span>, da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural (SEAPDR). \u201cO Mapa d\u00e1 as diretrizes, mas quem coordena o combate a uma eventual nuvem \u00e9 o Estado,\u201d resumiu Ritter. Tanto o t\u00e9cnico ga\u00facho quanto o coordenador do Senasa destacaram que para esse tipo de crise \u00e9 fundamental a parceria entre o poder p\u00fablico e o setor privado, onde a avia\u00e7\u00e3o agr\u00edcola se torna uma das ferramentas essenciais contra os insetos.<\/span><\/p>\n<a href=\"https:\/\/youtu.be\/AqDBAiOELa0?t=363\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2505\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/capa-5-720x515.jpg\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"515\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/capa-5-720x515.jpg 720w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/capa-5-768x549.jpg 768w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/capa-5.jpg 918w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><\/a>\n","protected":false},"featured_media":2505,"parent":0,"template":"","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_links_to":"","_links_to_target":""},"categorias_noticias":[],"class_list":["post-2504","noticias_sindag","type-noticias_sindag","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/noticias_sindag\/2504","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/noticias_sindag"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/noticias_sindag"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2505"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2504"}],"wp:term":[{"taxonomy":"categorias_noticias","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/categorias_noticias?post=2504"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}