{"id":6735,"date":"2022-02-18T13:53:20","date_gmt":"2022-02-18T16:53:20","guid":{"rendered":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/?post_type=noticias_sindag&#038;p=6735"},"modified":"2022-03-14T10:51:13","modified_gmt":"2022-03-14T13:51:13","slug":"aviacao-agricola-brasileira-cresce-34-em-2021-e-chega-a-2-432-aeronaves","status":"publish","type":"noticias_sindag","link":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/noticias_sindag\/aviacao-agricola-brasileira-cresce-34-em-2021-e-chega-a-2-432-aeronaves\/","title":{"rendered":"Avia\u00e7\u00e3o agr\u00edcola brasileira cresce 3,4% em 2021 e chega a 2.432 aeronaves"},"content":{"rendered":"<p><em>Relat\u00f3rio apontando que 80 novos avi\u00f5es e helic\u00f3pteros entraram no mercado em 2021 foi divulgado durante a 32\u00aa Abertura Oficial da Colheita do Arroz no RS e junto com a assinatura de uma parceria com a Embrapa<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000; font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A avia\u00e7\u00e3o agr\u00edcola brasileira entrou 2022 com uma frota de 2.432 aeronaves \u2013 2.409 avi\u00f5es e 23 helic\u00f3pteros. O que representa um crescimento de 3,40% \u2013 equivalente a 80 novos aparelhos, em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. Os dados fazem parte do levantamento Frota Brasileira de Aeronaves Agr\u00edcolas, elaborado pelo ex-diretor da entidade e consultor Eduardo Cordeiro de Ara\u00fajo junto ao Registro Aeron\u00e1utico Brasileiro (RAB), da Ag\u00eancia Nacional de Avia\u00e7\u00e3o Civil (Anac). Ara\u00fajo considerou o retrato do setor at\u00e9 31 de dezembro do ano passado \u2013 indicando a situa\u00e7\u00e3o da frota na virada para 2022. Com isso, o Brasil mant\u00e9m a posi\u00e7\u00e3o de segunda maior for\u00e7a a\u00e9rea agr\u00edcola do planeta, atr\u00e1s apenas dos Estados Unidos (que tem mais de 3,6 mil aeronaves) e \u00e0 frente de pa\u00edses como Argentina, Austr\u00e1lia, Canad\u00e1, Costa Rica, Nova Zel\u00e2ndia e outros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000; font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Os n\u00fameros (acesse os relat\u00f3rios no final do texto) foram divulgados na manh\u00e3 desta sexta-feira (18), \u00faltimo dia da 32\u00aa Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Gr\u00e3os em Terras Baixas, em Cap\u00e3o do Le\u00e3o, no Rio Grande do Sul. Foi durante a solenidade de <a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/noticias_sindag\/ibravag-e-embrapa-firmam-parceria-para-aperfeicoamento-de-pessoal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"color: #0000ff;\">assinatura do protocolo de inten\u00e7\u00f5es entre o Instituto Brasileiro da Avia\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola (Ibravag) e Embrapa Clima Temperado<\/span><\/a>, com sede em Pelotas, para aperfei\u00e7oamento de pessoal.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000; font-size: 14pt;\"><strong>Relat\u00f3rio abrange distribui\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong><\/span><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000; font-size: 14pt;\"><strong>por tipos de operadores<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;\">Al\u00e9m do relat\u00f3rio sobre o crescimento da frota, Eduardo Ara\u00fajo se debru\u00e7ou tamb\u00e9m sobre a distribui\u00e7\u00e3o das aeronaves entre os tipos de operadores aeroagr\u00edcolas: neste caso, com estudo Operadores Brasileiros de Avia\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola. Tamb\u00e9m considerando a situa\u00e7\u00e3o do setor no come\u00e7o de 2022, o levantamento apontou que 860 aeronaves agr\u00edcolas (35,36% da frota) pertencem a 758 operadores privados (categoria TPP, que abrange fazendeiros, cooperativas ou empresas de produ\u00e7\u00e3o que t\u00eam seus pr\u00f3prios avi\u00f5es). J\u00e1 as empresas aeroagr\u00edcolas (categoria SAE, que s\u00e3o os prestadores de servi\u00e7os para terceiros) t\u00eam 1.541 aeronaves 63,36% do total.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;\">Entre as 31 aeronaves restantes na conta (1,29%) est\u00e3o os aparelhos de governos ou autarquias federais ou estaduais, al\u00e9m de um prot\u00f3tipo e aeronaves de instru\u00e7\u00e3o. Entram a\u00ed, por exemplo, avi\u00f5es pertencentes a Corpos de Bombeiros de Goi\u00e1s e Mato Grosso (configurados para combate a inc\u00eandios), os usados pela Academia da For\u00e7a A\u00e9rea e aparelhos das seis escolas de forma\u00e7\u00e3o pilotos agr\u00edcolas do Pa\u00eds.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;\"><strong>RANKING POR ESTADOS<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;\">Os relat\u00f3rios preparados por Ara\u00fajo apresentam tamb\u00e9m os rankings por Estados, para frota e operadores.\u00a0 Em n\u00fameros de aeronaves, o Mato Grosso segue liderando, agora com 600 avi\u00f5es agr\u00edcolas (24,67% da frota do Pa\u00eds). O Rio Grande do Sul aparece em segundo, com 419 avi\u00f5es operando em lavouras. Na sequ\u00eancia v\u00eam S\u00e3o Paulo (322 aeronaves), Goi\u00e1s (295) e outras 20 unidades da Federa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;\">J\u00e1 nos dados sobre operadores, os ga\u00fachos concentram o maior n\u00famero de empresas aeroagr\u00edcolas, com 71 prestadoras de servi\u00e7os terceirizados (que operam 367 avi\u00f5es) \u2013 <em>contra 49 operadores privados (operando 46 aeronaves)<\/em>. Enquanto o Mato Grosso lidera a lista de operadores privados, com 306 produtores que operam 367 avi\u00f5es em fazendas pr\u00f3prias \u2013 <em>contra 48 empresas somando 232 aeronaves para servi\u00e7os terceirizados no Estado<\/em>.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;\"><strong>MODELOS E COMBUST\u00cdVEIS<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;\">Ainda sobre a frota, a Embraer segue liderando, concentrando 55,47% do mercado brasileiro com as sete gera\u00e7\u00f5es do modelo Ipanema. Trata-se de um avi\u00e3o de motor a pist\u00e3o, fabricado desde os anos 70 e que desde 2014 sai de f\u00e1brica movido a etanol.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;\">Mas outra caracter\u00edstica que se mant\u00e9m no crescimento da frota braseira \u00e9 o avan\u00e7o da fatia dos avi\u00f5es turbo\u00e9lices, de fabrica\u00e7\u00e3o norte-americana (maiores, de maior pot\u00eancia e com maior rendimento nas lavouras). Enquanto a quantidade total de aeronaves agr\u00edcolas no Pa\u00eds cresceu 56% nos \u00faltimos 10 anos, o avan\u00e7o da parcela turbo\u00e9lice foi de 344% no mesmo per\u00edodo. Em outras palavras, enquanto esses modelos eram 3,39% do segmento em 2011, hoje eles representam 22,45%. Ali\u00e1s, n\u00e3o por acaso o Brasil \u00e9 hoje o mais importante mercado estrangeiro para as fabricantes norte-americanas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;\">Sobre combust\u00edveis utilizados pela avia\u00e7\u00e3o agr\u00edcola no Brasil, 996 avi\u00f5es e helic\u00f3pteros (40,96%) s\u00e3o movidos a gasolina de avia\u00e7\u00e3o (avgas). Enquanto outros 846 avi\u00f5es (34,77%) s\u00e3o movidos a etanol e h\u00e1 590 aeronaves (24,27%) que utilizam querosene de avia\u00e7\u00e3o (QAV).<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_6761\" style=\"width: 730px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Capa-12.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-6761\" class=\"size-medium wp-image-6761\" src=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Capa-12-720x480.jpg\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Capa-12-720x480.jpg 720w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Capa-12-768x512.jpg 768w, https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Capa-12.jpg 1276w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-6761\" class=\"wp-caption-text\"><em>TURBO\u00c9LICES: Apesar de ainda representar 22,45% do mercado aeroagr\u00edcola do Pa\u00eds, setor de turbo\u00e9lices cresceu 345% nos \u00faltimos 10 anos, frente a 56% de toda a frota brasileira<\/em><\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;\"><strong>PREVIS\u00d5ES, EXPECTATIVAS <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;\">\u00c0 primeira vista, n\u00famero de 80 novas aeronaves agr\u00edcolas entrando no mercado brasileiro em 2021 teria ficado abaixo do crescimento projetado pelo Sindag em outubro do ano passado, a partir de dados buscados junto aos fabricantes do Brasil e Estados Unidos. Na \u00e9poca, o sindicato aeroagr\u00edcola havia anunciado a proje\u00e7\u00e3o e um incremento de cerca de 130 aeronaves na frota at\u00e9 o final do ano \u2013 <em>crescimento cima dos 4%.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;\">Por\u00e9m, o consultor Eduardo Ara\u00fajo salienta que a entidade pode n\u00e3o ter errado totalmente. Isso porque, apesar de ter considerado apenas as novas 80 aeronaves cadastrados no RAB, ele detectou outras 70 aeronaves em situa\u00e7\u00f5es de reserva de marca \u2013 <em>que \u00e9 o primeiro passo para o registro<\/em>. Ou seja, uma situa\u00e7\u00e3o que se aplica no caso de avi\u00f5es ou helic\u00f3pteros encomendados para 2021, mas cujo fabricantes n\u00e3o conseguiram entregar no mesmo ano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;\"><strong>DRONES<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;\">Ali\u00e1s, falando em ficar para mais tarde, o Sindag espera no ano que vem poder incluir nas estat\u00edsticas os drones de pulveriza\u00e7\u00e3o. Isso devido \u00e0 Portaria 298\/21, do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa). O documento entrou em vigor em outubro e, ao regulamentar o uso de drones no trato de lavouras, tamb\u00e9m tornou obrigat\u00f3rio seu registro no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecu\u00e1rios (Sipeagro), do Minist\u00e9rio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;\">Assim, o Sipeagro j\u00e1 recebe desde outubro o cadastramento de drones e de seus operadores, quanto os relat\u00f3rios das opera\u00e7\u00f5es de campo. Por\u00e9m, at\u00e9 este in\u00edcio de ano apenas 74 empresas haviam se cadastrado no sistema \u2013 <em>que teve alguns ajustes, mas promete ser cobrado com for\u00e7a em 2022. <\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;\">Isso vai ajustar a filtrar outra fonte de dados, que \u00e9 o Sistema de Aeronaves N\u00e3o Tripuladas (Sisant), da Anac. Este, por sua vez, apontava 2.098 drones agr\u00edcolas cadastrados at\u00e9 este in\u00edcio de ano. Por\u00e9m, ao contr\u00e1rio do Mapa, que foca especificamente nos drones de aplica\u00e7\u00e3o de defensivos, o Sisant inclui os drones usados para diagn\u00f3sticos por imagens das lavouras \u2013 <em>categoria que j\u00e1 existe h\u00e1 cerca de uma d\u00e9cada no Pa\u00eds<\/em>.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Frota-2021-texto-versao-2.0.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Clique AQUI<\/strong> <\/span>para conferir a \u00edntegra do <strong>relat\u00f3rio sobre a frota aeroagr\u00edcola<\/strong>&#8230;<\/span><\/em><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Araujo-Relatorio-de-operadores-de-aviacao-agricola-2021-Brasil-versao-2.0.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif;\">&#8230;<span style=\"color: #0000ff;\"><strong> e AQUI<\/strong> <\/span>para acessar o levantamento <strong>sobre os operadores aeroagr\u00edcola\u00a0<\/strong><\/span><\/em><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"featured_media":6761,"parent":0,"template":"","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_links_to":"","_links_to_target":""},"categorias_noticias":[148,147,300,299],"class_list":["post-6735","noticias_sindag","type-noticias_sindag","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","categorias_noticias-eventos","categorias_noticias-projeto-sindag","categorias_noticias-regulamentacao","categorias_noticias-tecnologia-de-aplicacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/noticias_sindag\/6735","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/noticias_sindag"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/noticias_sindag"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6761"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6735"}],"wp:term":[{"taxonomy":"categorias_noticias","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindag.org.br\/site-antigo\/wp-json\/wp\/v2\/categorias_noticias?post=6735"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}