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Sucesso no balanço da 1ª Academia Brasileira de Segurança de Voo Aeroagrícola

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Iniciativa inédita no País nesse tipo de curso em plataforma virtual teve procura acima do esperado, segunda edição com fila de espera e pedidos por novos módulos, mais avançados

Alto nível, bom aproveitamento a grande participação. Mesmo com os encontros sendo via web. Esse foi o saldo no fechamento dos trabalhos da primeira turma da Academia Brasileira de Segurança de Voo Aeroagrícola, na última sexta-feira (22). Em cinco dias de palestras, foram 16 horas de discussões e rodadas para esclarecimentos de dúvidas. “A turma Clóvis Candiota (homenagem ao patrono da aviação agrícola) abrangeu 127 participantes, de 11 Estados”, destacou o coordenador da iniciativa, Júnior Oliveira.

O executivo também ressaltou a grande interação que houve entre os participantes, apesar do ambiente em uma sala virtual. “Vários nos enviaram fotos mostrando estarem em casa ou no ambiente de trabalho, alguns com colaboradores e colegas assistindo juntos”.

O presidente do Sindag, Thiago Magalhães Silva, destacou o ineditismo de um curso desse tipo ocorrer, no setor aeroagrícola, totalmente via web e com tanta participação. “Todos passam a fazer parte da história da aviação agrícola brasileira” ressaltou. “Ficamos surpresos pelas inscrições dessa primeira turma ter fechado tão rápido. Também já aumentamos (em duas horas) a carga horária para a segunda turma, que tem cerca de 50 pessoas na lisa de espera”, comemorou Magalhães.

Além disso, a pesquisa feita entre os participantes dessa primeira academia já apontou uma grande demanda por um segundo módulo, elevando o nível dos temas. “É algo que ainda vamos estudar”.

OFICIAIS

Conforme o chefe do Cenipa, brigadeiro do ar Adolfo Aleixo da Silva Júnior, o curso “foi de altíssimo nível.” O comandante parabenizou Sindag pela iniciativa, assim como os 14 instrutores da Academia. “Atividades como essa são muito importantes para a prevenção de acidentes e serão sempre incentivadas e apoiadas pelo Cenipa”, destacou.

Empolgação compartilhada também pelo chefe do Quinto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa V), tenente-coronel aviador Carlos Henrique Baldin. “Não tem como não estar feliz com o retorno positivo. Mesmo com o distanciamento social (pela pandemia da covid-19), soube-se aproveitar a oportunidade a fazer, de um limão, uma limonada”, resumiu. “Não teríamos o alcance que tivemos com esse evento, dessa forma, se o tivéssemos feito da maneira tradicional (com encontros presenciais).

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