Assunto foi tema de dois dias de encontro promovido pelo Sindag na capital paulista e documento final com panorama, metas, desafios e ações deve ser formatado a partir de segunda
Enquanto festeja o ganho de representatividade em importantes fóruns para o futuro do País – Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Confederação Nacional da Indústria (CNI), Instituto Pensar Agropecuária (IPA) e vários outros, o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) prevê, para os próximos três anos, foco no combate ao preconceito social e político contra o setor. Ao mesmo tempo em que deve fortalecer a inovação tecnológica, melhoria contínua de pessoal e processos, além de promover os predicados de produtividade e segurança do segmento. Esses são alguns dos pontos-chave no Planejamento Estratégico do Setor Aeroagrícola até 2027, que deve ser divulgado na próxima semana pela entidade.
As conquistas, tendências e rumos do segmento para os próximos três anos foram discutidos em um encontro nas últimas terça e quarta-feira (dias 1 e 2), em São Paulo. A movimentação foi na sede da Sociedade Rural Brasileira (SRB), no Centro Histórico da capital paulista. Com a presença do Conselho Administrativo do Sindag (titulares e suplentes), além de outros associados e dirigentes da entidade.
Conforme o diretor executivo do Sindag, Gabriel Colle, a redação final do Planejamento Estratégico 2025-2027 deverá ser formatada a partir de segunda-feira (7). O documento deve reforçar a entidade aeroagrícola como representativa das empresas do setor, mas com caráter agregador de todo o segmento – fortalecendo a comunicação, visibilidade e sua defesa.

MOBILIZAÇÃO: dirigentes do setor se reuniram por dois dias em São Paulo para avaliar cenários e definir rumos para o setor
PARTICIPAÇÃO
Segundo Colle, além dos dois dias de discussões em São Paulo, a atualização do Planejamento Estratégico contou também com uma consulta feita a associadas do setor em todo o País – o que dá mais de 260 das 370 aeroagrícolas registradas junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). “Foi fundamental termos em mãos as respostas do questionário enviado aos associados. O grande objetivo é fortalecer ainda mais o Sindag, para que o ambiente de negócios seja melhor para todos”, destaca o dirigente.
Assim, o processo também relacionou desafios como a inclusão plena da tecnologia dos não-tripulados (operadores de drones agrícolas) no quadro e ações da entidade. Além dos esforços para a participação do segmento na modernização da legislação do setor (garantindo racionalidade no processo) e fatores como oscilações na economia e atenção às estratégias de governança.
Conforme o diretor operacional Cláudio Júnior Oliveira, aspectos onde o Sindag ajudou a promover a maturidade do mercado (segundo avaliação dos próprios empresários). Resultando em uma visão estratégica mais clara sobre o papel da aviação agrícola brasileira para o País e as influências do (e para o) resto do mundo. “Além da melhor articulação, ampliamos ainda a geração de conhecimento – com maior número de pesquisas e visão clara sobre os impactos de decisões em várias instâncias”.