Danilo Forte discursou no plenário da Câmara Federal contra a postura de Camilo Santana frente ao agro de seu Estado
O deputado federal Danilo Forte (PSDB/CE) fez uma forte crítica à postura do governador de seu Estado, Camilo Santana (PT), que estaria prejudicando famílias carentes e agricultores cearenses. Em um discurso na Câmara dos Deputados, na última semana, o parlamentar classificou de absurda a iniciativa mais recente: de suspender, unilateralmente e antes do prazo, o programa de distribuição de leite. Forte também relacionou outras medidas prejudiciais, como a sansão da lei que proibiu a aviação agrícola no Estado, que desde 2019 vem prejudicando a fruticultura e aumentou o risco de trabalhadores no trato de lavouras.
Confira abaixo os principais momentos do discurso
No caso do Programa de Aquisição do Leite, a iniciativa já levou o alimento a alimento de cerca de 200 mil pessoas carentes, em 179 municípios. Além de beneficiar pequenos produtores com a compra do produto. O projeto ocorre em parceria com o governo federal e o convênio ainda valeria até o dia 30, quando precisará ser renovado. Forte se reuniu na quinta com o ministro da Cidadania, João Roma, para garantir a continuidade da distribuição do alimento passar da manifestação antecipada de Santana. No entanto, o Estado ainda precisa entrar com sua contrapartida.
AVIAÇÃO
No caso da aviação, o deputado cearense cobrou do governador o cumprimento da promessa feita promessa à ministra Tereza Cristina, de que iria suspender a proibição do setor aeroagrícolas no Estado. “Essa medida impede, inclusive, que a tecnologia avance na pulverização, contaminando e matando aqueles que fazem a pulverização (…) manual”, ressaltou. E ainda enfatizou:
“Então, são medidas como essa que permeiam a gestão pública no Estado do Ceará. E é lamentável que o nosso Governador Camilo Santana, engenheiro agrônomo, homem inclusive concursado do IBAMA, que se diz inclusive defensor do setor agrário, tenha tomado recentemente só medidas que estagnam, que deterioram a atividade econômica do agro cearense.”