Congresso AvAg teve lançamento nesta terça no MT

Evento reuniu em Cuiabá dezenas de autoridades governamentais e setoriais abrindo a contagem de pouco mais de 30 dias para a programação de agosto

Cerca de 60 pessoas – entre autoridades governamentais, lideranças de entidades do agro, políticos, empresários aeroagrícolas, políticos e jornalistas, prestigiaram nesta terça-feira (15), em Cuiabá/MT o lançamento oficial do Congresso da Aviação Agrícola (Congresso AvAg) 2025. A movimentação foi no Auditório da AMPa e da Aprosoja no Edifício Cloves Vettorato, na região do Centro Político Administrativo da cidade. O evento abriu a contagem regressiva de pouco mais de 30 dias para o encontro aeroagrícola que ocorrerá de 19 a 21 de agosto, no Aeroporto Executivo de Santo Antônio de Leverger – a cerca de 30 quilômetros da capital mato-grossense.

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Participaram o vice-governador Otaviano Pivetta; o superintendente do Ministério da Agricultura no Estado, Leni Rosa Filho; o deputado estadual Ondanir Bortolini (Nininho, do PSD), a vice-prefeita de Santo Antônio de Leverger, Giseli da Costa Ribeiro Paim, e dirigentes da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT), Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea/MT) e outras entidades – confira abaixo as falas dos convidados.

As novidades e a programação para o Congresso AvAg podem ser conferidas na página congressoavag.org.br . Lembrando que as inscrições para agosto são gratuitas, também pelo site, mas é necessário informar um Código de Convite – que pode ser obtido junto a qualquer um dos expositores confirmados.

IMPORTÂNCIA: público comparece em peso ao evento no auditório da Ampa/Aprosoja
Fotos: Castor Becker Júnior/C5 NewsPress

AGENDA

Com o tema Um Olhar para o Futuro, o Congresso AvAg 2025 já tem confirmada a uma intensa agenda com mostra de tecnologias e equipamentos, demonstrações de aeronaves, além de encontros institucionais e atividades voltadas ao fortalecimento da cadeia aeroagrícola no Brasil. A prévia da programação foi apresentada pela coordenadora administrativa do Sindag, Marília Schüller, lembrando que evento já se consolidou como um dos maiores encontros do setor no mundo – reunindo mais de 200 marcas expositoras e um público estimado em 5 mil visitantes (de todos os Estados brasileiros e de mais de 10 países). Nesta edição com foco também em tecnologias emergentes, como nanotecnologia e inteligência artificial.

Sem falar no Congresso Científico da Aviação Agrícola, que este ano recebeu pesquisas de mais de 10 universidades – do Rio Grande do Sul, São Paulo, Goiás, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Distrito Federal. “Diariamente, haverá ainda demonstrações práticas de voos com técnicas de pulverização e combate a incêndios”, acrescentou Marília, relacionando ainda o encontro da Associação das Mulheres da Aviação Agrícola (Amag), a palestra Sobre Viver, com o ex-jogador de futebol Neto Zampier – sobrevivente do acidente aéreo que vitimou o time da Chapecoense em 2016.

A coordenadora enumerou ainda a mostra de tecnologias, equipamentos e serviços, além das palestras técnicas sobre motores e componentes, segurança operacional, mercado e outros temas, entre diversas outras atrações.

HOANA: presidente do Sindag destacou a força e o protagonismo do setor aeroagrícola, além de defender a união entre entidades e produtores para ampliar a visibilidade e o reconhecimento da atividade…

PRESIDENTE

A presidente do Sindag, Hoana Almeida Santos, destacou a força e o protagonismo do setor aeroagrícola, além de defender a união entre entidades e produtores para ampliar a visibilidade e o reconhecimento da atividade. “O papel do Sindag é representar, fortalecer e qualificar o setor como um todo. O foco principal não é o evento em si, mas os resultados que ele promove: visibilidade, conexões e valorização da aviação agrícola”, afirmou.

Hoana chamou atenção para o crescimento constante da frota nacional e, especialmente, do Mato Grosso, que lidera com mais de 700 aeronaves agrícolas – quase o dobro do Rio Grande do Sul, segundo colocado no ranking nacional. Segundo ela, mesmo diante de desafios econômicos e regulatórios, o setor vem evoluindo. “A frota cresceu 7% no último ano, acompanhando a pujança do agronegócio. Isso mostra que estamos no caminho certo, mesmo enfrentando preconceitos e desinformação sobre o nosso trabalho”, observou. Ela também ressaltou a necessidade de desmistificar a atividade: “Infelizmente, ainda há muita gente que desconhece a complexidade, a regulamentação e a eficiência da aviação agrícola”.

A dirigente sublinhou o papel do Congresso como “vitrine” do setor, tanto para o público interno quanto para a sociedade. “Ano passado, tivemos mais de 4,5 mil visitantes, entre produtores, técnicos, autoridades e estudantes. Este ano, esperamos superar esse número, com destaque para as demonstrações práticas e a presença das três maiores fabricantes de aeronaves do mundo. Precisamos que o produtor rural traga sua equipe, seus engenheiros, seus pilotos. Muitos ainda não conhecem a fundo a cultura da aviação agrícola, que é tão essencial quanto um trator no campo”, pontuou.

Hoana encerrou sua fala agradecendo às entidades parceiras – como Aprosoja, Famato, Indea, Mapa, Crea e outras – e reforçando o apelo por articulação política. “Hoje somos uma entidade que também está em Brasília, na Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), no Senado, dialogando com parlamentares que ainda desconhecem o impacto da aviação agrícola. Precisamos estar unidos para que as legislações acompanhem a realidade do campo. O Congresso AvAg será novamente uma plataforma estratégica para essa missão”, finalizou.

PIVETTA: vice-governador também sublinhou a importância do setor aeroagrícola para seu Estado

FROTA E DESEMPENHO DO SETOR

Durante o lançamento do Congresso AvAg 2025, o diretor operacional do Sindag, Cláudio Júnior Oliveira, apresentou um amplo panorama sobre o crescimento do setor e sua relevância para a produtividade do agronegócio nacional. “O Brasil já é o segundo país com maior frota de aeronaves agrícolas do mundo, com 2.722 aviões, atrás apenas dos Estados Unidos”, destacou. Segundo ele, Mato Grosso lidera o ranking nacional com 749 aeronaves, sendo 452 em fazendas e 295 em empresas prestadoras de serviço.

Com base em dados do IBGE e estudos do próprio sindicato, Oliveira apontou que a aviação agrícola atende atualmente cerca de 144 milhões de hectares por safra e deverá atingir 170 milhões em 2025. “Um único avião pode aplicar em até 400 mil hectares por safra, enquanto uma aplicação terrestre levaria 13 horas para o que o avião faz em uma hora”, afirmou. Ele também ressaltou que, somente com prestação de serviços, o setor movimenta hoje R$ 8,6 bilhões por ano e deverá ultrapassar R$ 10 bilhões até 2028.

A apresentação evidenciou ainda o papel estratégico da aviação agrícola para a economia nacional, com impacto direto em 29 cadeias produtivas. “Só cinco culturas — soja, milho, cana-de-açúcar, algodão e trigo — teriam perdas de R$ 114 bilhões anuais sem aplicação aérea”, apontou. Cláudio também destacou o avanço da tecnologia no setor, citando o crescimento dos drones pulverizadores, que cresceram mais de 100% entre 2023 e 2024, e a chegada de aeronaves totalmente autônomas, como as fabricadas pela norte-americana Pyka.

Por fim, o dirigente enfatizou o desafio de combater a desinformação sobre a atividade, reforçando a necessidade de articulação institucional. “A aviação agrícola é uma das atividades mais regulamentadas do país e cumpre um papel essencial na segurança alimentar e na sustentabilidade ambiental”, frisou. Ele encerrou convocando todos os presentes a ajudarem na missão de qualificar o debate sobre o setor e ampliar o conhecimento da sociedade sobre sua importância.

DESEMPENHO: Oliveira apresentou os números que corroboram o papel fundamental do setor na economia do País

O que falaram as autoridades presentes no evento

VICE-GOVERNADOR

O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, destacou a importância histórica da aviação agrícola para o avanço da agricultura no Estado e afirmou que a atividade é “estratégica e fundamental para a defesa das lavouras”. Segundo ele, a aviação agrícola moderna é um ativo necessário especialmente para Mato Grosso, que possui “mais de 700 aeronaves e talvez a maior frota subnacional do mundo”.

“Estamos do mesmo lado”, garantiu o vice-governador ao afirmar que o Estado atua não apenas na fiscalização, mas também na criação de condições para que o setor se desenvolva com segurança e eficiência. Para ele, o evento é uma oportunidade para dar ainda mais transparência ao trabalho virtuoso realizado pelo agronegócio mato-grossense, conduzido por seus principais protagonistas: os produtores. Pivetta também criticou as narrativas internacionais que tentam desqualificar o agro brasileiro. “Nós atrapalhamos os planos dos incompetentes e dos que vivem à base de subsídios. O que construímos aqui é um sistema de produção autônomo e inovador”, afirmou.

O dirigente também lembrou as dificuldades enfrentadas historicamente por Mato Grosso, como o isolamento logístico e a falta de infraestrutura, e destacou que, mesmo assim, o Estado conseguiu se consolidar como potência agrícola global. “Hoje não precisamos derrubar árvores. Basta transformar áreas de baixo desempenho em agricultura produtiva”, defendeu. Ele acrescentou que o Estado tem investido pesadamente em infraestrutura, saúde, educação e qualificação técnica para garantir condições adequadas ao crescimento sustentável do setor.

Pivetta ressaltou o papel central da educação técnica no novo ciclo do agro mato-grossense. “A agricultura de hoje exige trabalhadores preparados e qualificados, com formação para os tempos atuais. Isso é essencial para aumentar a massa salarial e garantir uma indústria agrícola com bons empregos”, explicou. Ele frisou que a agroindústria e a produção de biocombustíveis, etanol, biodiesel e proteínas animais representam o novo estágio de verticalização da produção agrícola no Estado.

O vice-governador reforçou que mais de um bilhão de pessoas no mundo dependem da produção agropecuária em larga escala, como a de Mato Grosso, e que isso exige mão de obra cada vez mais especializada. “O governo do Estado está junto com vocês nesse grande esforço de modernização, melhoria de vida da população e transparência na relação entre Estado, sociedade produtiva e os diversos setores que compõem esse ecossistema”, declarou.

Ao encerrar sua fala, Pivetta transmitiu a mensagem do governador Mauro Mendes, assegurando o apoio institucional ao evento e ao setor. “Estaremos juntos nos próximos dias nesse grande encontro, que está sendo planejado como um evento de repercussão mundial para uma atividade tão importante quanto a nossa. Conte conosco”, concluiu.

DEPUTADO NININHO

Durante a cerimônia de lançamento do Congresso da Aviação Agrícola do Brasil 2025, realizada nesta terça-feira (15), em Cuiabá, o deputado estadual Ondanir Bortolini – o Nininho (PSD) – destacou a relevância estratégica do setor para o agronegócio nacional e reiterou o compromisso da Assembleia Legislativa de Mato Grosso com a defesa da atividade. “Nada mais justo do que esse grande encontro ocorrer em nosso estado, que já lidera o país em número de aeronaves agrícolas e tem muito a crescer”, afirmou o parlamentar.

Em sua fala, Nininho parabenizou a presidente do Sindag, Hoana Almeida Santos, e demais organizadores do evento, destacando que a aviação agrícola é peça fundamental para a produtividade do agro brasileiro. “Se não tivéssemos a aviação agrícola, com certeza nossa produção não estaria em larga escala como está. É uma atividade que ajuda diretamente no PIB do nosso país”, declarou.

O deputado também criticou tentativas de restringir o setor baseadas em discursos ambientalistas desconectados da realidade do campo. “Muitas vezes, alguns ecologistas vivem da desgraça dos outros, tentando impor restrições sem compreender a importância da atividade. Estamos na Assembleia atentos para fazer justiça e defender o que é certo”, afirmou, ressaltando que o Legislativo estadual tem sido parceiro do setor em diversas frentes.

Nininho encerrou lembrando que, apenas com a prestação de serviços, o setor aeroagrícola movimenta mais de R$ 2 bilhões por ano em Mato Grosso. “É uma frota expressiva e uma contribuição econômica direta para o Estado e o país. Por isso, reforçamos nosso apoio total ao setor e desejamos que o Congresso AvAg 2025 seja mais uma vez um grande sucesso”, finalizou.

FAMATO

O diretor de Relações Institucionais da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Ronaldo Vinha, destacou a relevância estratégica da aviação agrícola para a agropecuária mato-grossense. Representando o Sistema Famato, Vinha agradeceu o convite do Sindag e frisou que, diante das grandes extensões de lavouras no Estado, a aviação é a única ferramenta capaz de garantir uma resposta rápida e eficaz às demandas do campo.

Segundo o dirigente, tanto na agricultura quanto na pecuária, o tempo de reação é crucial, e muitas vezes o atendimento precisa ser imediato. “A resposta tem que ser para hoje, e é a aviação agrícola que nos atende”, afirmou Vinha, ao defender o fortalecimento do setor como aliado direto da eficiência produtiva no agronegócio brasileiro.

APROSOJA

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT), Lucas Costa Beber, reforçou a importância estratégica da aviação agrícola para a produção de alimentos no país. Segundo ele, a ferramenta é essencial não apenas pela agilidade que oferece ao agricultor diante de infestações e pragas, mas também pela sua contribuição à segurança alimentar e ambiental do Brasil. “A aviação agrícola foi decisiva em momentos críticos da nossa história, como no combate à ferrugem do café e da soja. E continua sendo indispensável em diversas lavouras, como no milho”, afirmou.

Beber alertou para o cenário climático atípico deste ano, que favoreceu o surgimento precoce de plantas daninhas e pragas como a mosca branca, criando um ambiente propício para infestações mais severas na próxima safra. “Quanto mais rápida e ampla for a resposta no controle, menor será a reprodução de pragas. Consequentemente, diminuindo também o prejuízo econômico e seu impacto na oferta de alimentos”, explicou. Ele ressaltou ainda a importância de ferramentas eficientes para garantir a sustentabilidade da produção, defendendo o uso consciente e regulado de insumos agrícolas por meio da aviação.

O dirigente também manifestou preocupação com os impactos econômicos de uma possível retaliação comercial do Brasil às sobretaxas impostas pelos Estados Unidos, que podem dificultar a importação de aeronaves agrícolas. “Se houver reciprocidade, podemos prejudicar não só a reposição da nossa frota, mas também as exportações da indústria aeronáutica nacional. É um risco para a segurança alimentar e para a geração de empregos”, alertou, defendendo que o Brasil siga o exemplo dos países do BRICS e reforce o diálogo diplomático com os norte-americanos.

Ao encerrar sua fala, Lucas Beber fez um apelo por união entre entidades do setor produtivo, para fortalecer o agronegócio brasileiro diante dos desafios regulatórios e comerciais. “Precisamos andar de mãos dadas. O maior problema é o produtor não poder usar a ferramenta mais eficiente para proteger sua lavoura”, exemplificou, reforçando que as lideranças precisam estar alinhadas com os avanços tecnológicos e com a realidade do campo.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

Já o superintendente do Ministério da Agricultura no MT, Leni Rosa Filho, destacou a relevância estratégica da aviação agrícola para o agronegócio brasileiro, especialmente em um estado de grandes dimensões produtivas como o Mato Grosso. “Falar da importância da aviação agrícola no cenário do agro, no Brasil e no Mato Grosso, é reconhecer seu papel essencial para o desenvolvimento da agricultura, da defesa agropecuária e do meio rural”, afirmou.

Rosa Filho também trouxe à tona uma preocupação recorrente do setor: a escassez de pilotos agrícolas e o alto custo de formação desses profissionais. Segundo ele, essa foi uma demanda apresentada ao Ministério durante visita a um estande do Sindag em edições anteriores do Congresso. “Se o governo não apoiar com incentivos, corre-se o risco de, num futuro próximo, faltarem pilotos qualificados para a atividade”, alertou. Ele acrescentou que o Ministério da Agricultura está comprometido em levar essa demanda aos setores competentes, defendendo que o tema seja formalmente protocolado para articulação de políticas públicas.

O superintendente afirmou ainda que o Ministério da Agricultura está de portas abertas para o setor aeroagrícola e que continuará acompanhando de perto suas necessidades. “Nos colocamos à disposição do Sindag e reforçamos que o Mapa sempre ouvirá as demandas do setor e buscando soluções. Podem contar com o nosso apoio”, garantiu. Rosa Filho finalizou destacando que o fortalecimento da aviação agrícola é também uma questão de segurança alimentar e desenvolvimento regional.

INDEA/MT

A presidente do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea/MT), Emanuele de Almeida, reforçou a importância estratégica do setor aeroagrícola para o Estado. Segundo ela, o Mato Grosso abriga a maior frota de aviação agrícola do país, o que representa tanto uma responsabilidade quanto uma oportunidade de parceria para os órgãos de fiscalização e regulação. “Com isso, faz com que nós tenhamos, no Indea, um pouquinho de trabalho”, brincou a dirigente, ao parabenizar a organização do evento.

Emanuele destacou que o Indea mantém diálogo constante com o setor, inclusive com reuniões recentes com representantes do Sindag para discutir demandas e prioridades. “Estamos sempre juntos com a aviação agrícola, debatendo, ouvindo e tentando solucionar dificuldades”, afirmou. Para ela, o Congresso AvAg será uma excelente oportunidade para aprofundar essas discussões de forma mais técnica e objetiva, alinhando as necessidades do setor às ações do poder público.

A dirigente também apontou a necessidade de revisar e aperfeiçoar legislações estaduais que envolvem a aviação agrícola. Segundo ela, isso deve ser feito em consonância com a realidade do setor, garantindo mais eficiência sem comprometer a segurança e a responsabilidade ambiental. “Esse evento é um grande portfólio para que possamos discutir de forma mais específica quais são as prioridades e o que devemos melhorar dentro das legislações estaduais”, afirmou. Ao final de sua fala, Emanuele reforçou o compromisso do Indea e do governo estadual com o desenvolvimento do setor. “Nos colocamos à disposição”, concluiu.

PREFEITURA DE SANTO ANTÔNIO DE LEVERGER

A vice-prefeita de Santo Antônio de Leverger, Giseli da Costa Ribeiro Paim, celebrou o retorno do evento ao Município (pelo segundo ano consecutivo). “É uma alegria muito grande receber novamente um evento desse porte, que tem repercussão internacional, em nosso município, que é pequeno, mas grande em extensão territorial e em hospitalidade”, destacou.

Representando a prefeita Francielle Magalhães, Giseli afirmou que toda a gestão municipal está engajada na recepção da nova edição do Congresso AvAg. “A prefeita me pediu para dizer que é parceira do setor e está ansiosa, assim como todos nós, para mais esse grande evento. Podem contar conosco”, afirmou. Segundo ela, o evento de 2024 deixou um legado importante e foi muito bem recebido pela população local.

A vice-prefeita também ressaltou o impacto econômico positivo gerado pela edição anterior do encontro aeroagrícola. “A economia do nosso município foi muito beneficiada quando vocês estiveram lá. E este ano, os comerciantes e empresários já estão se preparando e esperando com expectativa essa nova edição”, pontuou. Para Giseli, o evento movimenta não apenas os setores ligados diretamente ao agronegócio, mas também serviços e o comércio local. “Nossa cidade está de portas abertas para receber o Congresso e toda a cadeia da aviação agrícola com muito carinho e entusiasmo”, concluiu Giseli.