Exigências abrangem cursos específicos para pilotos de aeronaves e operadores de drones agrícolas, além de engenheiros agrônomos ou florestais coordenando as missões e o apoio em solo de técnicos especialmente treinados
“Ser um piloto agrícola não é tarefa fácil.” A abertura do diálogo na animação desta semana da Campanha Chega de Preconceito contra a Aviação Agrícola já deixa claro o foco em valorizar a alta exigência na formação do pessoal que atua nas operações em campo. Não só o piloto – que, para comandar uma aeronave no trato de lavouras, precisa antes ter licença de piloto comercial e somar pelo menos 370 horas de voo para entrar no curso de piloto agrícola.
Mas também o agrônomo, que é que coordena cada operação. Além do técnico agrícola, que precisa ter o Curso de Executor em Aviação agrícola e tem presença obrigatória em cada missão na lavoura.
Sem falar ainda nas exigências para os operadores de drones agrícolas. Como a obrigatoriedade do Curso de operador Aeroagrícola Remoto (Caar), supervisão de engenheiro agrônomo ou florestal e os registros na Agência Nacional de Aviação Acivil (Anac) e Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), entre outros.
ABRANGÊNCIA
Com o slogan Antes de julgar, conheça, a campanha teve sua largada no dia 21 de setembro e a meta inicial é abranger pelo menos 50 mitos e fatos sobre o setor, em cards, vídeos animados (com os personagens Cris e Ada), textos de blog e anúncio na revista Aviação Agrícola. Além da divulgação na imprensa e mídias parceiras.
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Clique AQUI para conferir todas as peças da campanha…
…e veja abaixo o vídeo que foi ao ar na semana: