Fabricante brasileira de aeronaves e tecnologias embarcadas recebeu a medalha da Assembleia Legislativa gaúcha, enquanto se preparar para instalar um novo complexo aeronáutico no Estado
O setor aeroagrícola marcou presença, na última semana, entrega da Medalha 56ª Legislatura da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul à fabricante gaúcha de aeronaves Aeromot – Aeronaves e Motores S/A. A solenidade ocorreu no final da tarde do dia 18, no Memorial do Legislativo (na sede da AL), em Porto Alegre. Tanto o Sindag quanto o Ibravag foram representados na cerimônia pela diretora operacional do Instituto aeroagrícola, Michele Fanezzi. Ela estava acompanhada ainda do coordenador de Projetos do Ibravag, Rodrigo Almeida, e da coordenadora comercial da Revista Aviação Agrícola, Rosiléia Fernandes.
A homenagem foi uma iniciativa do deputado estadual Marcos Vinícus (PP). O parlamentar também é autor do Projeto de Lei (PL) 442/23, que tramita na casa e declara a Aviação Agrícola como de Relevante Interesse Social, Econômico, Público e Econômico no Estado. Aliás, foi o próprio deputado que convidou especialmente as entidades aeroagrícolas para a solenidade.
INVESTIMENTO
Além da direção da Aeromot e da representação aeroagrícola, a cerimônia contou com parlamentares e autoridades do executivo gaúcho, além do prefeito de Guaíba, Marcelo Maranata (PDT), e outros convidados. Fundada em 1967, a fabricante também é uma das principais empresas de tecnologias embarcadas no País, atuando ainda nos setores de defesa e segurança pública e componentes para a aviação agrícola.
Com sede em Porto Alegre uma unidade funcionando em Belo Horizonte (Minas Gerais), a Aeromot se prepara para iniciar a construção de uma fábrica de aviões no município de Guaíba. A chamada AeroCity será erguida na área que no final dos anos 1990 seria destinada à fábrica de automóveis da Ford (cujo investimento, na época, acabou indo para a Bahia).
O complexo aeronáutico começa a ser instalado até 2025, com fábrica, com pista e hangar em um primeiro estágio do projeto, com previsão de início das obras até 2025. A capacidade de produção de 100 aeronaves por ano, com 1,5 mil empregos diretos e indiretos desde a fase de obras.

