Documento relaciona ações que são importantes também para a aviação agrícola e todo o setor primário, explicando a posição da entidade e o resumo de cada processo
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) disponibilizou em seu site a Agenda Jurídica da Indústria junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). O documento foi laçado no final de fevereiro e relaciona 15 processos em que a CNI é autora e 30 em que a entidade figura como amicus curiae (terceiro interessado, cujo conhecimento ou relação com o debate pode contribuir com a discussão). Além de outras 33 ações monitoradas por ela por serem de interesse do segmento.
A publicação traz a indicação do que trata cada processo, a posição da CNI sobre a matéria e seu andamento. Com índice no final da cartilha, indicando a página onde estão as referências de cada processo, dividido por temas.
COAGRO
O Sindag é membro da CNI desde o ano passado, tendo assento no Conselho Temático da Agroindústria (Coagro) da entidade. Isso porque a aviação agrícola é fundamental para lavouras essenciais para a indústria. A exemplo da soja, que substitui derivados de petróleo na fabricação, por exemplo, de tintas e adesivos, além de entrar na fabricação de cosméticos, lubrificantes e até colchões.
Além dos biocombustíveis fabricados a partir de cana-de-açúcar e milho. E do algodão, onde a aviação é fundamental na proteção especialmente contra o bicudo. Praga que, sem as ferramentas aéreas (aviões e drones) em campo, representariam perdas de no mínimo 20% das fibras naturais para a indústria de confecções. Lembrando também que soja e milho entram ainda na composição de pelo menos um terço da ração para gado e aves (gerando proteínas em carne e ovos) – importante para na indústria frigorífica.
