Entrevista do sábado (13) foi com professora Maísa Santos Joaquim, coordenadora do núcleo de estudos sobre o setor na Universidade de Brasília, esteve à frente do 1º Fonavagri e é vice-diretora da FAV/UnB
Uma amostra da importância do trabalho que está sendo feito na Universidade de Brasília (UnB) para eliminar mitos de forma consistente e aprimorar o setor aeroagrícola brasileiro. Assim foi a entrevista do programa Conexão rural desse sábado com a coordenadora do Núcleo de Estudos em Atividades Aeroagrícolas (NEAAgri), Maísa Santos Joaquim.
Confira o vídeo no final do texto
No bate-papo para o quadro Nas Asas da Aviação Agrícola, Maísa falou ao jornalista Alex Soares sobre a amplitude das ações, que começaram pelo 1º Fórum Nacional de Aviação Agrícola no Planalto Central (Fonavagri), ocorrido em março. Segundo ela, o Fórum veio para “nivelar as informações mínimas e básicas sobre o setor: o que são as atividade (aeroagrícolas), onde são utilizadas, a segurança etc. Para todos os públicos, principalmente para nossos estudantes , futuros profissionais que possam sair com esses conhecimentos.”
Porém, o passo agora é estruturar as pesquisas dentro do NEAAgri. A partir, inicialmente, da reflexão: “Por que essa atividade que é tão importante, tão regulamentada, tão exigente e ainda ‘apanha’ tanto?” O que, segundo a professora, ratifica também a necessidade de fazer as informações chegarem a uma parte da sociedade que não a conhece o setor. “Precisamos comprovar (cientificamente) o que a gente já vê”, pontuou, sobre a eficiência das ferramentas aéreas em campo.
“Precisamos comprovar (cientificamente) o que a gente já vê”, pontuou, sobre a eficiência das ferramentas aéreas em campo. Um desafio que, além de estudantes e pesquisadores da FAV, já atraiu para o Núcleo de Estudos interessados também das faculdades de Engenharia Florestal e de Ciências Aeronáuticas. Com tendência de se aumentar essa diversidade.
Formada em Engenharia Florestal e com mestrado e doutorado Ciências Florestais (com foco em Economia Florestal), Maisa conheceu o setor a partir do irmão, que é piloto agrícola desde 2017 e hoje trabalha em Mineiros, no sudoeste de Goiás. Além de abranger os pesquisadores da casa, o NEAAgri conta com a parceria do Sindag, do Ibravag e da Mossmann Assessoria e Consultoria Aeroagrícola.