Sindag participa do lançamento do programa Voo Simples

Programa deve abranger inicialmente 52 ações para impulsionar o setor aeronáutico brasileiro, parte delas beneficiando a aviação agrícola

O presidente do Sindag, Thiago Magalhães, e o diretor Francisco Dias da Silva acompanharam, nessa quarta-feira (7), o lançamento, pelo presidente Jair Bolsonaro, do programa Voo Simples. A solenidade

Tarcísio de Freitas (esq), Juliano Noman e o presidente Bolsonaro oficializaram plano para destravar a aviação – Foto: Alan Santos/PR

ocorreu no Palácio do Planalto e os dirigentes aeroagrícolas compareceram a convite da Presidência da República. Junto com eles estava ainda do senador Luis Carlos Heinze. O programa federal foi lançado também pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, que em seu discurso mencionou seguidamente a aviação agrícola entre os segmentos aéreos importantes para o País.

Na prática, o governo federal fez um levantamento de 200 demandas do setor aeronáutico para impulsionar a aviação no Brasil. Dessas, foram elencadas 52 que foram incluídas nessa primeira fase do Voa Brasil, a cargo da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e do Ministério da Infraestrutura (Minfra). Algumas medidas precisam ser estruturas e passar por consulta pública, enquanto outras devem ganhar regulamentação específica.

DEMONSTRAÇÕES E MECÂNICOS

No caso da aviação agrícola, pelo menos duas das decisões anunciadas nessa primeira leva de medidas atendem a demandas do Sindag junto à Anac e ao Minfra. Uma delas, a possibilidade de se

Magalhães (à dir) e Silva entregaram a Tarcísio de Freitas uma pequena maquete de avião agrícola

utilizar as pistas de uso agrícola também para voos de demonstração em dias de campo, feiras e exposições. Para isso, a Anac passará a considerar os voos de demonstração de equipamentos e técnicas para o campo também como atividades aeroagrícolas.

Outra demanda do setor aeroagrícola deve ser atendida com a redução da quantidade de categorias de aeronaves, o que vai ampliar o leque de atuação dos mecânicos (que precisam ser credenciados para cada categoria, mesmo sem muitas diferenças significativas entre elas).  A revisão dos requisitos de Mecânico de Manutenção Aeronáutica (MMA) deve permitir que o auxiliar de mecânico possa atuar em operações aeroagrícolas, desde que supervisionado remotamente pelo mecânico credenciado.

Confira AQUI as principais medidas do programa Voo Simples

Conforme Thiago Magalhães, as medidas com reflexos positivos para o setor aeroagrícola incluem também o aumento da validade do recheque de piloto, que atualmente precisa ser feito todos os anos. Além da digitalização de documentos de porte obrigatório na aeronave. “Estamos na expectativa. Havíamos reforçado diversas demandas do setor aeroagrícola em uma videoconferência promovida pela Agência no último dia 30”.

 

 

Veja abaixo a cobertura da TV Brasil, com a entrevista do presidente do Sindag e a fala das autoridades no lançamento do Voo Simples:

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